Comissão provisória: PMDB segue estagnado

Deputado federal Pedro Chaves foi o escolhido por Michel Temer para comandar a comissão provisória que vai organizar a eleição para o diretório estadual; passados 10 dias da decisão, pouco se avançou e PMDB segue rachado entre o grupo de Iris Rezende e a turma do deputado Daniel Vilela, que passou os últimos dias em Paris numa comitiva da Câmara na COP 21; PMDB é hoje um partido sem programa de governo e que vive dos espasmos radicais dos deputados José Nelto e Adib Elias em discursos inflamados na Assembleia Legislativa

Deputado federal Pedro Chaves foi o escolhido por Michel Temer para comandar a comissão provisória que vai organizar a eleição para o diretório estadual; passados 10 dias da decisão, pouco se avançou e PMDB segue rachado entre o grupo de Iris Rezende e a turma do deputado Daniel Vilela, que passou os últimos dias em Paris numa comitiva da Câmara na COP 21; PMDB é hoje um partido sem programa de governo e que vive dos espasmos radicais dos deputados José Nelto e Adib Elias em discursos inflamados na Assembleia Legislativa
Deputado federal Pedro Chaves foi o escolhido por Michel Temer para comandar a comissão provisória que vai organizar a eleição para o diretório estadual; passados 10 dias da decisão, pouco se avançou e PMDB segue rachado entre o grupo de Iris Rezende e a turma do deputado Daniel Vilela, que passou os últimos dias em Paris numa comitiva da Câmara na COP 21; PMDB é hoje um partido sem programa de governo e que vive dos espasmos radicais dos deputados José Nelto e Adib Elias em discursos inflamados na Assembleia Legislativa (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - O deputado federal Pedro Chaves, de perfil conciliador, foi escolhido para ser o presidente da Comissão Provisória que vai organizar a eleição para o diretório estadual. No entanto, uma semana após a decisão pouco mudou no partido. O PMDB segue estacionado e sem um presidente de fato, que aponte o rumo da legenda em Goiás.

A tarefa de Chaves não é nada fácil. Ele precisa buscar consenso num partido divido entre Iris Rezende e o deputado federal Daniel Vilela. Nesse intervalo, pouco se avançou. Daniel esteve em Paris nos últimos dias em comitiva da Câmara Federal na COP 21.

Iris não aparece na imprensa, não dá declarações, mas está longe de entregar o partido para Daniel ou o prefeito Maguito Vilela. Os últimos atos de Iris Rezende estiveram relacionados com a briga paroquial com o PT e o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia.

Pensando na sua provável candidatura a prefeito da Capital no próximo ano e sem intenção de carregar o fardo da gestão mal avaliada de Paulo Garcia, Iris liderou um levante recente contra o prefeito e foi chamado de cacique pelo petista.

O PMDB é hoje um partido sem programa de governo e que vive dos espasmos radicais dos deputados José Nelto e Adib Elias em discursos inflamados na Assembleia Legislativa.

 

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