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Condenada na AP 470 pede transferência para BH

Os advogados de defesa da ex-diretora da empresa de publicidade SMP&B Simone Vasconcelos, condenada a dez anos e dez meses de prisão na Ação Penal 470, o processo do 'mensalão', pediram STF que ela seja transferida para Belo Horizonte; Simone apresentou-se à Polícia Federal, na capital mineira, mas foi transferida para Brasília junto com outros nove condenados que tiveram a prisão decretada pelo presidente do Supremo, Joaquim Barbosa

BELO HORIZONTE, MG, 15.11.2013: SIMONE VASCONCELOS/MENSALÃO/MG - Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Marcos Valério, se entregou por volta das 18h40 desta sexta-feira (15) à sede da Policia Federal em Belo Horizonte. Ela é uma dos sete réus de Minas Ger (Foto: Leonardo Lucena)

Da Agência Brasil

Brasília – Os advogados de defesa de Simone Vasconcelos, condenada a dez anos e dez meses de prisão na Ação Penal 470, o processo do mensalão, pediu hoje (19) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ela seja transferida para Belo Horizonte (MG). Simone apresentou-se à Polícia Federal, na capital mineira, na sexta-feira (15), mas foi transferida para Brasília junto com outros nove condenados que tiveram a prisão decretada pelo presidente do Supremo, Joaquim Barbosa.

Por determinação do juiz da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, Ademar Silva de Vasconcelos, ela está presa com a ex-presidenta do Banco Rural, Katia Rabelo, condenada a 14 anos e cinco meses de prisão, no 19º Batalhão da Polícia Militar, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

O pedido será analisado pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa. Além de Simone, outros seis réus foram transferidos de Belo Horizonte para Brasília e também podem pedir para cumprir a pena na capital mineira: José Roberto Salgado, ex-vice-presidente do Banco Rural; o publicitário Marcos Valério; Kátia Rabello, ex-presidenta do Banco Rural; o ex-deputado federal Romeu Queiroz (PTB-MG); Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, ex-sócios de Valério. Dois réus entregaram-se em São Paulo: o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, e o ex-presidente do PT e deputado federal (SP) José Genoino.