Conheça os riscos e tratamentos da apneia do sono

Distúrbio caracterizado pelo ronco alto e pausas respiratórias durante o sono tem relação com a obesidade e pode aumentar o risco de arritmias e insuficiência cardíaca, além de demência

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Por Natureza Viva/Rádio Nacional da Amazônia

No primeiro dia do horário nacional de verão (18), o Natureza Viva falou da apneia do sono, um distúrbio caracterizado pelo ronco alto e pausas respiratórias entre um ronco e outro.

De acordo com o professor da Faculdade de Medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) no DF, José Carlos Quinaglia, um dos mecanismos de diagnóstico baseado em critérios clínicos é a largura do pescoço. Mulheres com largura acima de 37 centímetros e homens que possuam a circunferência do pescoço maior que 43 centímetros devem ficar atentos, pois isso pode ser um sinal que mereça atenção.

José Carlos Quinaglia falou dos tipos de apneia e de quais pessoas são mais sucessíveis a ter o distúrbio. Segundo ele, a doença tem relação com a obesidade e pode aumentar o risco de arritmias e insuficiência cardíaca, além de demência.

As pessoas que possuem apneia têm o sono fragmentado e dormem, mas não descansam. O alerta do médico é para que os pacientes que sofrem desse mal não usem qualquer remédio para dormir, pois medicamentos indutores do sono podem deprimir ainda mais o sistema respiratório e piorar a situação. Segundo ele, é importante consultar um especialista em sono, pois existem medicamentos específicos.

O médico falou ainda da dificuldade de adaptação à máscara e o constrangimento que o uso dela causa em alguns pacientes, mas ressaltou a melhora que ela proporciona na qualidade de vida das pessoas que têm apneia.

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