Conselho barra reajuste para servidor em 2012

Medida é sugestão ao governador Perillo, que pode acatá-la ou não; órgão recomenda ainda realização de auditoria na folha de pagamento; a exemplo do governo federal, Goiás também enfrenta greves no funcionalismo público; porta-voz do Conselho Superior de Governo, deputado Helder Valin diz que possível veto é apenas aos aumentos: diálogo com as categorias é permitido

Conselho barra reajuste para servidor em 2012
Conselho barra reajuste para servidor em 2012 (Foto: Paulo Machado/Segplan)
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247_ O Conselho Superior de Governo, reunido hoje na Secretaria de Gestão de Planejamento (Segplan), decidiu apresentar sugestões ao governador Marconi Perillo, entre elas a de suspender de qualquer novo aumento salarial para os servidores estaduais no exercício de 2012. Também serão recomendadas algumas ações, com a realização de uma auditoria na folha de pagamento de funcionalismo, que atualmente possui mais de 260 itens, entre incentivos e gratificações. A licitação para escolher a empresa que fará a auditoria deve ser realizada esta semana.

De acordo com o apresentar sugestões ao governador Marconi Perillo, entre elas a de suspender de qualquer novo aumento salarial para os servidores estaduais no exercício de 2012. Também serão recomendadas algumas ações, com a realização de uma auditoria na folha de pagamento de funcionalismo, que atualmente possui mais de 260 itens, entre incentivos e gratificações. A licitação para escolher a empresa que fará a auditoria deve ser realizada esta semana.

Segundo o deputado, as discussões de reajustes salariais passarão para 2013. Mas o Governo do Estado continuará aberto ao diálogo com todas as categorias, aquelas que estão em greve e as outras também, no sentido de colocar de forma muito clara e transparente as dificuldades financeiras pelas quais está passando nesse momento. Helder Valin lembrou que este ano, em maio último, todos os servidores públicos receberam aumento linear de 9,59% por conta do pagamento de data-base da categoria. Ele ponderou que outra alternativa é a concessão de bônus por produtividade, que é importante tanto para os servidores quanto para a sociedade que recebe os serviços prestados pelo Governo do Estado.

A exemplo do governo Dilma, que é pressionada por reivindicações de diversas categorias de servidores por revisões salariais, o governo de Goiás enfrenta uma greve de policiais civis. Há, ainda, a possibilidade de paralização da Polícia Militar. Os agentes e escrivães de polícia reclamam que o governo concedeu reajuste apenas aos delegados.

O Conselho Superior de Governo é formado pelo vice-governador, José Eliton; os secretários da Casa Civil, Vilmar Rocha; de Gestão e Planejamento, Giuseppe Vecci; da Fazenda, Simão Cirineu; o secretário-chefe da Controladoria Geral do Estado (CGE), José Carlos Siqueira; o procurador do Estado, Alexandre Tocantins; e o líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Helder Valin.
(Com informações da Segplan)

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