Consórcio privado deve administrar Eixo Anhanguera
Governo alega que a medida se faz necessária em razão das extensões do Eixo Anhanguera em setembro do ano passado, que fizeram com que a Metrobus tenha passado a operar mercados com passageiros concedidos a outras empresas, gerando sobreposição de linhas de serviço de transporte na Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC); Metrobus deve ficar com até 50% de participação. “Esta operação deve começar em janeiro para que, em curto prazo, tenhamos significativas melhorias na maior linha de ônibus da capital, inclusive até suas extensão em Senador Canedo, Trindade e Goianira", afirmou ao Giro, o presidente da Goiás Parcerias, Cyro Miranda
Goiás 247 - O Eixo Anhanguera deve ser administrado a partir de janeiro por consórcio privado, tendo a Metrobus como sócia, confirma a coluna Giro, do jornal O Popular.
De acordo com o projeto, a Metrobus poderá participar destes consórcios na condição de sócia majoritária. O Governo alega que a medida se faz necessária em razão das extensões do Eixo Anhanguera em setembro do ano passado, que fizeram com que a Metrobus tenha passado a operar mercados de passageiros concedidos a outras empresas, gerando sobreposição de linhas de serviço de transporte na Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC).
O Giro crava que a Metrobus deve ficar com até 50% de participação. “Esta operação deve começar em janeiro para que, em curto prazo, tenhamos significativas melhorias na maior linha de ônibus da capital, inclusive até suas extensão em Senador Canedo, Trindade e Goianira. Goiás é o único Estado a ter estatal nesta área. Não faz mais sentido”, disse à coluna o presidente da Goiás Parcerias, Cyro Miranda .
A garantia do governo é que os preços das passagens serão mantidas. “É uma determinação do governador Marconi. Será bancado com as contrapartidas das empresas que recebem incentivos fiscais em Goiás”, enfatiza Cyro ao Giro.