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Contra golpistas, ato em SP defende a reforma política

Jornalista Ricardo Kotscho divulga manifestação organizada por movimentos populares liderados pela CUT e pelo MST, convocada para as 18h desta terça-feira, também na Av. Paulista; trata-se de um ato em defesa do plebiscito oficial pela reforma política; "Os organizadores do movimento protocolaram na quinta-feira passada (30), na Câmara Federal, um decreto legislativo para convocar uma assembleia constituinte exclusiva para a reforma política. Nada disso você viu ou verá noticiado na grande imprensa familiar", escreve colunista

Jornalista Ricardo Kotscho divulga manifestação organizada por movimentos populares liderados pela CUT e pelo MST, convocada para as 18h desta terça-feira, também na Av. Paulista; trata-se de um ato em defesa do plebiscito oficial pela reforma política; "Os organizadores do movimento protocolaram na quinta-feira passada (30), na Câmara Federal, um decreto legislativo para convocar uma assembleia constituinte exclusiva para a reforma política. Nada disso você viu ou verá noticiado na grande imprensa familiar", escreve colunista (Foto: Gisele Federicce)

247 – Três dias depois do ato que pediu, na Avenida Paulista, o impeachment da presidente Dilma Rousseff e a volta dos militares ao poder, movimentos sociais organizam para as 18 horas desta terça-feira, no mesmo local, uma manifestação em defesa do plebiscito oficial pela reforma política. Quem anuncia é o jornalista Ricardo Kotscho, em seu blog. Leia um trecho:

"Uma consulta popular promovida por mais de 400 organizações sociais entre os dias 1º e 7 setembro recolheu mais de 7,7 milhões de votos a favor de uma constituinte exclusiva para reformar o sistema político. Os organizadores do movimento protocolaram na quinta-feira passada (30), na Câmara Federal, um decreto legislativo para convocar uma assembleia constituinte exclusiva para a reforma política. Nada disso você viu ou verá noticiado na grande imprensa familiar".

O colunista afirma que se dependermos do Congresso Nacional, "a reforma política não sairá nunca". Ele cita a PEC 352, encaminhada pelo PMDB na Câmara e que "tem como principal objetivo despolitizar o país", além do fato de o ministro Gilmar Mendes travar a discussão sobre financiamento público de campanha ao pedir vistas do projeto.

"É isto que está em jogo neste momento: a pressão popular para produzir uma legítima reforma do sistema político-partidário-eleitoral, que seja do interesse de toda a sociedade, contra a judicialização da política e a politização do Judiciário, promovida pela bancada de Mendes no STF, em aliança com os setores mais retrógados do Congresso Nacional", acrescenta Kotscho.