Contra PEC dos Gastos, professores da UFPE entram em greve

O primeiro dia útil da greve dos professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) deverá deixar cerca de 40 mil estudantes dos três campi da instituição sem aulas; paralisação tem como foco a rejeição da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55 (antiga PEC 241), que congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos, e contra a Medida Provisória (MP) 746, que institui a reforma do Ensino Médio; professores da Universidade de Pernambuco (UPE), Univasf e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) também estão em greve

O primeiro dia útil da greve dos professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) deverá deixar cerca de 40 mil estudantes dos três campi da instituição sem aulas; paralisação tem como foco a rejeição da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55 (antiga PEC 241), que congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos, e contra a Medida Provisória (MP) 746, que institui a reforma do Ensino Médio; professores da Universidade de Pernambuco (UPE), Univasf e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) também estão em greve
O primeiro dia útil da greve dos professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) deverá deixar cerca de 40 mil estudantes dos três campi da instituição sem aulas; paralisação tem como foco a rejeição da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55 (antiga PEC 241), que congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos, e contra a Medida Provisória (MP) 746, que institui a reforma do Ensino Médio; professores da Universidade de Pernambuco (UPE), Univasf e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) também estão em greve (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - O primeiro dia útil da greve dos professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) deverá deixar cerca de 40 mil estudantes dos três campi da instituição sem aulas. A paralisação tem como foco a rejeição da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 55 (antiga PEC 241), que congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos, e contra a Medida Provisória (MP) 746, que institui a reforma do Ensino Médio.

Desde o final de outubro, os servidores das áreas técnica e administrativas já haviam entrado em greve . Agora, com a paralisação dos docentes da UFPE, o número de instituições que estão sem aulas em todo o país chega a 25. De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe), Augusto Barreto, além de protestar contra a aprovação da PEC 55 pelo Senado e contra a MP 746, os docentes também pleiteiam um reajuste anual, que conforme o acordo firmado no ano passado, da ordem de 10,75%.

Em Pernambuco, professores da Universidade de Pernambuco (UPE), Univasf e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) também estão em greve. Além da greve, muitos estudantes já estavam sem aulas em razão de diversos prédios da UFPE estarem ocupados por estudantes contrários às iniciativas do governo Michel Temer. Em todo o país, 71 faculdades e universidades estão ocupadas.

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