Contratada pelo PSDB para dar o parecer jurídico do golpe, Janaína pede Aécio na cadeia

A advogada Janaina Paschoal, que foi contratada por R$ 45 mil pelo PSDB, na gestão de Aécio Neves, para formular o parecer das chamadas "pedaladas fiscais", usado para golpear a democracia brasileira e a presidente legítima Dilma Rousseff, agora diz que quer ver Aécio na cadeia; Eu acreditei nele, errei, me decepcionei. Assumo! Quero vê-lo preso!", afirmou

A advogada Janaina Paschoal, que foi contratada por R$ 45 mil pelo PSDB, na gestão de Aécio Neves, para formular o parecer das chamadas "pedaladas fiscais", usado para golpear a democracia brasileira e a presidente legítima Dilma Rousseff, agora diz que quer ver Aécio na cadeia; Eu acreditei nele, errei, me decepcionei. Assumo! Quero vê-lo preso!", afirmou
A advogada Janaina Paschoal, que foi contratada por R$ 45 mil pelo PSDB, na gestão de Aécio Neves, para formular o parecer das chamadas "pedaladas fiscais", usado para golpear a democracia brasileira e a presidente legítima Dilma Rousseff, agora diz que quer ver Aécio na cadeia; Eu acreditei nele, errei, me decepcionei. Assumo! Quero vê-lo preso!", afirmou (Foto: Leonardo Attuch)

Minas 247 – A advogada Janaina Paschoal, que foi contratada por R$ 45 mil pelo PSDB, na gestão de Aécio Neves, para formular o parecer das chamadas "pedaladas fiscais", usado para golpear a democracia brasileira e a presidente legítima Dilma Rousseff, agora diz que quer ver Aécio na cadeia.

Leia abaixo, reportagem da Agência Sputinik:

Provocada no Twitter, a jurista responsável pelo embasamento jurídico do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff se defendeu. Usuários da rede social relembravam o momento em que a advogada recebeu apoio de Aécio após discurso no Senado durante o processo que tirou a petista do cargo.

​Janaína continuou as mensagens dizendo "ser Brasil" enquanto os críticos eram "PT". Reafirmando ser favorável à renúncia de Michel Temer, Paschoal cobrou também punição à JBS pela prática de insider trading.

 

​A prática, proibida em bolsas de valores, se resume a tomar decisões econômicas a partir de informações privilegiadas. A JBS é investigada pela Comissão de Valores Mobiliários por se aproveitar da divulgação da delação premiada de Joesley Batista para se beneficiar do impacto que as revelações causariam no câmbio.

​Na véspera da divulgação da delação, a empresa teria comprado US$ 750 milhões. Com a forte alta do dólar no dia seguinte, o lucro teria girado na casa dos US$ 170 milhões, valor mais que suficiente para pagar a multa do acordo de leniência fechado com o Ministério Público (R$250 milhões).

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