Copasa inicia obra de captação de água do Rio Paraopeba em Brumadinho

Com investimento total de R$ 128,4 milhões, aportados pelo Governo de Minas Gerais, a intervenção consiste em captar 5.000 litros de água bruta por segundo do Rio Paraopeba; Por meio de aproximadamente 6.500 metros de adutoras de aço, com diâmetro de 1,5 metro, a água será bombeada para a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Rio Manso, que integra o Sistema Paraopeba

Com investimento total de R$ 128,4 milhões, aportados pelo Governo de Minas Gerais, a intervenção consiste em captar 5.000 litros de água bruta por segundo do Rio Paraopeba; Por meio de aproximadamente 6.500 metros de adutoras de aço, com diâmetro de 1,5 metro, a água será bombeada para a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Rio Manso, que integra o Sistema Paraopeba
Com investimento total de R$ 128,4 milhões, aportados pelo Governo de Minas Gerais, a intervenção consiste em captar 5.000 litros de água bruta por segundo do Rio Paraopeba; Por meio de aproximadamente 6.500 metros de adutoras de aço, com diâmetro de 1,5 metro, a água será bombeada para a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Rio Manso, que integra o Sistema Paraopeba (Foto: Luis Mauro Queiroz)

Da Agência Minas - Para garantir o fornecimento de água aos mais de cinco milhões de habitantes da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) começou a obra para a implantação da captação de água do Rio Paraopeba, em Brumadinho.

Com investimento total de R$ 128,4 milhões, aportados pelo Governo de Minas Gerais, a intervenção consiste em captar 5.000 litros de água bruta por segundo do Rio Paraopeba. Por meio de aproximadamente 6.500 metros de adutoras de aço, com diâmetro de 1,5 metro, a água será bombeada para a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Rio Manso, que integra o Sistema Paraopeba.

“Como principal obra estruturante para o enfrentamento da crise hídrica, a captação de 5.000 litros de água por segundo do Rio Paraopeba irá garantir o abastecimento da RMBH para os próximos anos”, afirma a presidente da Copasa, Sinara Meireles. “No período chuvoso, quando o Rio Paraopeba aumenta significativamente a sua vazão, será possível retirar menos água do reservatório do Sistema Rio Manso, permitindo que ele se recupere”, explica.

A viabilidade da obra está associada com a proximidade do Rio Paraopeba com o Sistema Rio Manso, a vazão disponível no curso de água e o aproveitamento das estruturas de tratamento existentes na ETA do Rio Manso. A conclusão da intervenção, que é um aditivo da obra de ampliac?a?o do Sistema Produtor Rio Manso, realizada por meio de Parceria Público-Privada (PPP) com a Odebrecht Ambiental - Manso S.A, está prevista para a segunda quinzena de dezembro de 2015.

“Como esta obra será concluída no fim do ano, é importante que as ações de redução do consumo na Região Metropolitana de Belo Horizonte continuem. Queremos evitar o racionamento. Para isso, a participação da população será determinante”, assegura Sinara.

A obra

Como principal obra estruturante, será feita, em parceria com o Governo de Minas Gerais, a captação de até 5.000 litros de água por segundo do Rio Paraopeba, com bombeamento para a Estação de Tratamento do Rio Manso. Os principais elementos da obra são:

a) Uma elevatória de captação junto ao rio Paraopeba com 6 conjuntos moto bombas;

b) Um sistema de desarenação de modo a retirar areias e sólidos em suspensão existentes no rio;

c) Uma elevatória de alto recalque com 6 conjuntos moto bombas;

d) Uma subestação de energia elétrica com transformadores em 138.000 volts para alimentar as cargas existentes;

e) Uma linha de transmissão de energia em 138.000 volts interligando a Subestação Cemig à subestação Copasa, com a energia já assegurada;

f) Aproximadamente 6.500 metros de adutora em aço, de diâmetro de 1,5 metros, enterrada em quase sua totalidade;

g) Três Torres de Alivio Unidirecionais (TAU), de modo a proteger a adutora em toda sua extensão no caso de perturbações do regime hidráulico, por picos de energia;

h) Sofisticado sistema de automação e monitoração capaz de prover dados e informações que permitam avaliar as condições qualitativas da água captada e prover o adequado sistema de tratamento.

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