Coronel destaca ‘força do PSD no cenário político de 2018’

"É um equívoco político pensar a sucessão ao Palácio de Ondina, em 2018, como se o pleito fosse a disputa de um Ba-Vi: ou será o governador Rui Costa (PT) ou o prefeito ACM Neto (DEM). Não se pode esquecer do maior partido da Bahia, o PSD", disse nesta quarta-feira o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ângelo Coronel (PSD); depois de elogiar a gestão do governador Rui Costa "e as muitas obras estruturantes realizadas pelo seu governo na capital", bem como "o cuidado do prefeito ACM Neto com a cidade", Coronel voltou a defender que seu partido tenha candidatura própria ao Governo da Bahia, destacando o nome do senador Otto Alencar como cabeça de chapa

Ângelo Coronel
Ângelo Coronel (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - "É um equívoco político pensar a sucessão ao Palácio de Ondina, em 2018, como se o pleito fosse a disputa de um BaVi: ou será o governador Rui Costa (PT) ou o prefeito ACM Neto (DEM). Não se pode esquecer do maior partido da Bahia, o PSD", disse nesta quarta-feira (7) o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputado Ângelo Coronel (PSD), em entrevista à rádio Popular FM.

Depois de elogiar a gestão do governador Rui Costa "e as muitas obras estruturantes realizadas pelo seu governo na capital", bem como "o cuidado do prefeito ACM Neto com a cidade", Coronel voltou a defender que seu partido tenha candidatura própria ao Governo da Bahia no próximo pleito, destacando o nome do senador Otto Alencar como cabeça de chapa. Coronel não descartou um cenário com os três candidatos.

O cenário vislumbrado pelo presidente da Assembleia Legislativa para as próximas eleições se sustenta "na força com que sua agremiação saiu das urnas" nos dois últimos pleitos. "Somos o maior partido do Estado; temos 82 prefeituras, sete deputados estaduais, cinco federais, um senador e cerca de 500 vereadores. São os baianos escolhendo livremente seu modelo de gestão. Não dá para ignorar isso", diz Coronel.

O presidente da Assembleia também tem seu nome sondado para ser candidato a governador, mas ele reafirmou que vai "pendurar a chuteira" ao final do atual mandato. Mas Coronel também não nega a possibilidade. "Sou um homem de partido e muito obediente; se vier a ser chamado pelo PSD, vou consultar meus oráculos e ver se aceito essa missão".

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