Coronel repudia morte de torcedor do Bahia

Para o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputado Ângelo Coronel (PSD), as brigas entre torcidas organizadas no entorno da Arena Fonte Nova no Ba-Vi de domingo (9) e a morte do torcedor tricolor Carlos Henrique Santos, 18 anos, após o jogo, demandam a adoção de medidas emergenciais e de cunho preventivo por parte dos poderes públicos; "É muito provável que aconteçam outras seis partidas entre Bahia e Vitória, num curto espaço de tempo. A Secretaria de Segurança, o Ministério Público e o Judiciário não podem permitir que o episódio de ontem abra precedente para uma onda de violência entre as principais torcidas do Estado", adverte o presidente da Assembleia, para quem as ações devem ter celeridade e caráter preventivo

Ângelo Coronel
Ângelo Coronel (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Para o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputado Ângelo Coronel (PSD), as brigas entre torcidas organizadas no entorno da Arena Fonte Nova, no domingo (9), antes do clássico BA-VI, e a morte do jovem torcedor tricolor Carlos Henrique Santos de Deus, 18 anos, após o jogo, alvejado por pessoas ainda não identificadas pela polícia, demandam a adoção de medidas emergenciais e de cunho preventivo por parte dos poderes públicos.

Coronel está encaminhando à Mesa Diretora da Assembleia uma moção de repúdio. Ele ressalta sua participação nas discussões sobre violência na Bahia, no âmbito do programa Pacto pela Vida, em conjunto com os chefes dos demais poderes do Estado, já ocorridas em Feira de Santana, Vitória da Conquista, Eunápolis e Itabuna.

"É muito provável que aconteçam outras seis partidas entre Bahia e Vitória, num curto espaço de tempo, na Arena Fonte Nova e no Barradão, pelos Campeonato Baiano, do Nordeste e Brasileiro. A Secretaria de Segurança, o Ministério Público e o Judiciário não podem permitir que o episódio de ontem abra precedente para uma onda de violência entre as principais torcidas do Estado", adverte o presidente da Assembleia, para quem as ações devem ter celeridade e caráter preventivo.

Ângelo Coronel diz que a ALBA está de portas abertas para receber o MP, o comando-geral da Polícia Militar, a SSP e a Federação Bahiana de Futebol para debater esse problema que classifica de grande relevância para o futebol no Estado e toda a população baiana.

"A violência nos estádios de futebol tem crescido nas grandes capitais brasileiras, como em São Paulo, Natal, Rio de Janeiro, Recife, Goiânia, Belo Horizonte. Não podemos permitir que esse rastro nocivo se estenda para Salvador. A cultura de paz sempre permeou a prática esportiva na Bahia entre as torcidas, inclusive no futebol. Salvador não pode virar uma praça de guerra", diz o deputado.

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