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Cortes geraram economia de R$ 3,5 bilhões em Goiás

No final de 2014, após vencer a eleição para o quarto mandado como governador, Marconi Perillo já executou cortes e redução de despesas prevendo que 2015 seria um ano de extrema dificuldade; redução drástica no número de secretarias - agora existem apenas fez - foi a medida que mais repercutiu; reforma fez com que o Estado economizasse R$ 3,5 bilhões em 2015; "Considerando a crise que o país vem enfrentando, tenho tranquilidade em dizer que fizemos bem o dever de casa em nosso Estado", afirmou; "Diminuir secretarias não dá mais. Vamos fazer ajustes, talvez no terceiro escalão, mas ainda não há nada definido. Também vamos ter novos cortes de comissionados, mas que fique claro que não vamos cortar quem está trabalhando pelo Estado"

marconi perillo (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - No final de 2014, após vencer a eleição para o quarto mandado como governador, Marconi Perillo já executou cortes e redução de despesas prevendo que 2015 seria um ano de extrema dificuldade. A redução drástica no número de secretarias - agora existem apenas fez - foi a medida que mais repercutiu, deixando Goiás com a estrutura administrativa do País.

A reforma fez com que o Estado economizasse R$ 3,5 bilhões em 2015. "Considerando a crise que o país vem enfrentando, tenho tranquilidade em dizer que fizemos bem o dever de casa em nosso Estado", afirmou, avisando que novos cortes vão acontecer em 2016.

"Diminuir secretarias não dá mais. Vamos fazer ajustes, talvez no terceiro escalão, mas ainda não há nada definido. Também vamos ter novos cortes de comissionados, mas que fique claro que não vamos cortar quem está trabalhando pelo Estado".

"Ainda dentro desse tema, falando sobre ajuste fiscal e reforma administrativa, destaco o aperfeiçoamento dos métodos de recuperação de crédito e a renegociação fiscal da Sefaz, que permitiu que os cidadãos pudessem negociar suas dívidas com descontos de até 98% nas multas".

Ao fazer um balanço de 2015, Marconi lembrou que a decisão do governo de não dar aumento salarial aos servidores foi crucial para Goiás se manter equilibrado financeiramente. 

"Você ter que aumentar R$ 500 milhões na folha da educação em um ano, é muito dinheiro. Por mais que você corte em outras áreas. Somando os aumentos das polícias, saúde e educação, neste ano de 2015, o aumento na folha foi de R$ 1 bilhão. E eu não dei esses aumentos agora no final do ano. Se tivesse dado o Estado entraria em colapso como outros estados entraram. Todo dia a gente vê na televisão. Um Estado rico como o Rio de Janeiro está na situação que vocês estão vendo. Rio Grande do Sul também".