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CPI do Carf aprova convocação de Mantega

O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega vai ser convocado a prestar esclarecimentos à CPI do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), em decorrência de requerimento do deputado José Carlos Aleluia, do DEM; ele justifica que Mantega foi autor da nomeação de conselheiros do Carf que estão sob suspeição, conforme aponta a Operação Zelotes da Polícia Federal, que investiga esquema de sonegação fiscal; "Por ter nomeado conselheiros suspeitos para o Carf, faz-se imprescindível que o ex-ministro Mantega preste esclarecimentos a esta CPI", diz Aleluia

O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega vai ser convocado a prestar esclarecimentos à CPI do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), em decorrência de requerimento do deputado José Carlos Aleluia, do DEM; ele justifica que Mantega foi autor da nomeação de conselheiros do Carf que estão sob suspeição, conforme aponta a Operação Zelotes da Polícia Federal, que investiga esquema de sonegação fiscal; "Por ter nomeado conselheiros suspeitos para o Carf, faz-se imprescindível que o ex-ministro Mantega preste esclarecimentos a esta CPI", diz Aleluia (Foto: Romulo Faro)

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Bahia 247 - O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega vai ser convocado a prestar esclarecimentos à CPI do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), em decorrência de requerimento do presidente do DEM na Bahia, deputado José Carlos Aleluia, que é titular do colegiado.

Aleluia alega que Mantega foi o autor da nomeação de conselheiros do Carf que estão sob suspeição, conforme aponta a Operação Zelotes da Polícia Federal, que investiga esquema de sonegação fiscal.

"Por ter nomeado conselheiros suspeitos para o Carf, faz-se imprescindível que o ex-ministro Mantega preste esclarecimentos a esta CPI", afirma Aleluia.

O deputado cita possível "manobra" do ex-ministro de nomear para o Carf os conselheiros Valmor Fonseca de Menezes e José Ricardo da Silva, investigados pela Operação Zelotes, "com o objetivo de satisfazer interesses pessoais de um empresário amigo".

Estão sob suspeita 74 processos que somam R$ 19 bilhões em valores devidos ao fisco. Segundo a Operação Zelotes, as quadrilhas, que eram formadas por conselheiros, ex-conselheiros e servidores públicos, usavam o acesso privilegiado a informações que tinham para identificar 'clientes', contatados por meio de 'captadores', que poderiam ser empresas de lobby, consultorias ou escritórios de advocacia.

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