CPI que apura incêndio do Ninho do Urubu pede condução coercitiva de dirigentes do Flamengo

CPI que apura o incêndio no CT Ninho do Urubu, que resultou na morte de dez jovens das categorias de base do Flamengo em fevereiro do ano passado, determinou a condução coercitiva de dirigentes e ex- diretores do clube que haviam sido convocados e não apareceram para prestar depoimento

Incêndio abala Centro de Treinamento do Flamengo no Rio e deixa 10 mortos
Incêndio abala Centro de Treinamento do Flamengo no Rio e deixa 10 mortos (Foto: Reprodução/TV Globo)

247 - A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura o incêndio no CT Ninho do Urubu, que resultou na morte de dez jovens jogadores das categorias de base do Flamengo em fevereiro do ano passado, determinou a condução coercitiva de dirigentes e ex- diretores do clube que haviam sido convocados e não apareceram para depor aos integrantes da comissão nesta sexta-feira (7). 

Segundo o Flamengo, o diretor jurídico Antonio Cesar Dias Panza e o advogado William de Oliveira teriam sido enviados como representantes do clube. O ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello e o atual responsável, Rodolfo Landim, que haviam sido intimados, também não compareceram a audiência. 

As datas dos depoimentos foram remarcadas para a próxima sexta-feira e, caso eles voltem a evitar o comparecimento, será determinada condução coercitiva dos mesmos. Até o momento, apenas três famílias foram indenizadas pela tragédia. 

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