Cresce consumo de remédios no Nordeste

O Nordeste ocupa o terceiro lugar no ranking do Programa Sade No tem Preo, que distribui remdios gratuitamente populao. Com um incremento de 435%, Regio fica atrs apenas do Norte e do Centro Oeste.

Cresce consumo de remédios no Nordeste
Cresce consumo de remédios no Nordeste (Foto: Divulgação)
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Paulo Emílio e Julliana Araujo_247- O acesso a medicamentos gratuitos para diabetes e hipertensão cresceu 283%, em Pernambuco, de janeiro a outubro deste ano. O programa Saúde Não Tem Preço, do Ministério da Saúde, atendia 13.586 pessoas, no início do ano. Em outubro o programa atingiu mais de 52 mil pernambucanos, que hoje recebem medicamentos para estas enfermidades de graça, em 251 farmácias e drogarias credenciadas. Pernambuco foi o estado que apresentou maior índice de expansão do programa. Em todo o país, a quantidade de brasileiros assistidos aumentou 251%. O Nordeste, com um crescimento de 435%, ocupa o o terceiro lugar no ranking, atrás das regiões Norte e Centro-Oeste, que registraram incrementos 763% e 692%, respectivamente.

O Saúde Não Tem Preço já atendeu, em todo o Brasil, 3 milhões de pessoas. Desse total, 112.215 são pernambucanos. O programa fornece medicamentos gratuitos para diabetes e hipertensão, desde fevereiro. Antes, nas drogarias credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular, os produtos eram oferecidos com até 90% de desconto.

Em janeiro deste ano, o Saúde Não tem Preço atendeu 55,8 mil pessoas. Já em outubro este número chegou a 298,6 mil. Nos dez meses o número de pessoas beneficiadas foi de 643,6 mil. Em Pernambuco, a quantidade mensal de diabéticos beneficiados pelo programa cresceu 183%, passou de 5.555, em janeiro, para 15.748, em outubro. No caso da hipertensão, o percentual de aumento foi de 352% no mesmo período, passou de 9.629 para 43.528 beneficiados. Para o ministério, “os números mostram que o brasileiro está mais e melhor assistido para o tratamento dessas doenças prevalentes na população e que estão relacionadas aos novos hábitos de vida da população”

A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira , de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2010. No Recife, o percentual de hipertensos é de 24,9% da população adulta, abrangendo 23,6% dos homens e 25,9% das mulheres.

 

Ainda segundo o levantamento, o diagnóstico de diabetes atinge 6,3% da população adulta, sendo maior em mulheres 7% do quem em homens, 5,4%. No Recife, 5,1% da população têm diabetes – 4,5% do sexo masculino e 5,6% do sexo feminino.

 

 

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