Crescimento industrial de PE acima do Brasil

Segundo pesquisa do IBGE, crescimento chegou a 1,9% em novembro passado. Expectativa do Estado manter expanso industrial para os prximos anos. Novos anncios, como a fbrica da Volkswagen, podem impulsionar ainda mais a economia de Pernambuco.

Crescimento industrial de PE acima do Brasil
Crescimento industrial de PE acima do Brasil (Foto: Shutterstock)
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Tércio Amaral_PE247 – O Estado de Pernambuco segue o ritmo de “reindustrialização” de sua economia. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta terça-feira (10), a produção industrial do Estado cresceu 1,9% em novembro passado, na comparação com o mesmo mês de 2010. Este resultado coloca Pernambuco acima das médias nacional e do Nordeste, que registraram, respectivamente, redução 2,5% e 2,6%, respectivamente.

O secretário de Desenvolvimento do Econômico do Estado e presidente do Complexo Industrial de Suape, Geraldo Júlio, afirmou que os números refletem o bom momento vivido pela economia de Pernambuco, que vem crescendo acima da média nacional. “Devemos fechar (o balanço ainda será finalizando) o ano de 2011 com um crescimento superior a 5%, dois pontos percentuais acima da média do País”, avalia o secretário.

A perspectiva do Estado é que o crescimento da produção industrial se mantenha nos próximos anos. Outra expectativa do Governo Estadual é que o aumento desta produção continue acima do registrado na Região Nordeste e no País. Isso porque Pernambuco está recebendo uma série de investimentos, como a nova fábrica da Fiat na cidade Goiana, Litoral Norte, além da “promessa” da nova planta industrial da Volkswagen no Brasil.

Ainda de acordo com a pesquisa do IBGE, os setores que mais influenciaram o resultado obtido por Pernambuco foram: celulose e papel (25,1%), produtos de metal (20,3%), produtos químicos (9,2%) e de metalurgia básica (2,7%). O Instituto também aponta forte influência da construção civil, que demandou uma produção maior de tintas e vernizes, e de embalagens, que reflete o próprio dinamismo da economia.

O resultado também destaca que o acumulado entre os meses de janeiro e novembro do ano passado se destacaram a indústria de minerais não metálicos, com crescimento de 3,8%, e de calçados e artigos de couro, que apresentou uma alta de 15% na produção.

 

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