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Crise econômica mundial não vai atingir a Bahia

Quem afirma é o secretário do Planejamento José Sérgio Gabrielli; ex-presidente da Petrobras mostrou no Dia do Economista porque a 'potência' nordestina não precisa se preocupar com o período de instabilidade financeira pela qual passa o mundo: "A crise atinge pouco os principais parceiros comerciais da Bahia"

Crise econômica mundial não vai atingir a Bahia (Foto: Agência Brasil)
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Bahia 247

Com o otimismo típico de um autêntico e bom petista, o secretário estadual do Planejamento (Seplan) José Sérgio Gabrielli faz prospecções para lá de entusiastas no campo econômico da Bahia. Na interpretação do ex-presidente da Petrobras, o estado governado por seu amigo e correligionário Jaques Wagner está bem tranquilo quando o assunto é crise econômica mundial.

Em meio às comemorações do Dia do Economista, nesta segunda-feira (13), Gabrielli apresentou indicadores que atestam sua posição, a partir de dados do comércio exterior, comércio varejista, geração de empregos e investimentos privados previstos para o período 2012-2015.

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"A crise atinge pouco os principais parceiros comerciais da Bahia, que são China, Argentina, Estados Unidos e Antilhas Holandesas, porque os produtos exportados são pouco sensíveis à crise, a exemplo da soja, petróleo, papel e celulose e químicos", explicou o pré-aspirante ao comando do Executivo baiano em 2014.

O secretário apresentou números das exportações, que, segundo ele, cresceram 4,67% entre os meses de janeiro a junho de 2012 no comparativo com o mesmo período de 2011. Outro setor, ainda de acordo com o petista, que vem tendo bom desempenho é o comércio varejista.

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"Em 2012 crescemos 9,5%, com destaque para combustíveis e lubrificantes (13,2%), que é o produto consumido nos postos e não o produzido na refinaria, além do segmento de hipermercados, produtos alimentícios e bebidas (8,5%), o que demonstra a expansão da renda", afirmou.

Para Gabrielli, outro indicador relevante é o crescimento das operações de crédito para pessoas físicas no estado. "Esse ano já tivemos um crescimento de 33,4%, enquanto a inadimplência se mantém em 6%, o que é relativamente alta, mas segue uma tendência estável", disse.

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