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Daniel nega articulação contra universidades

Aliados da base governista em Goiás espalharam que o deputado teria tratado de uma suposta suspensão da medida em reunião com o vice-presidente da República, Michel Temer, em reunião realizada na terça-feira, 3 de novembro; ele alega, no entanto, que a presidente falou sobre a criação das duas unidades somente na tarde do dia seguinte: “Minha reunião com o Temer, como todos sabem, era para tratar da formação da comissão provisória do PMDB em Goiás. Ainda que eu conseguisse prever o futuro para antecipar o anúncio da presidente Dilma, não faria nenhum sentido tratar disto com o Temer, que está afastado das articulações políticas do governo federal”

Aliados da base governista em Goiás espalharam que o deputado teria tratado de uma suposta suspensão da medida em reunião com o vice-presidente da República, Michel Temer, em reunião realizada na terça-feira, 3 de novembro; ele alega, no entanto, que a presidente falou sobre a criação das duas unidades somente na tarde do dia seguinte: “Minha reunião com o Temer, como todos sabem, era para tratar da formação da comissão provisória do PMDB em Goiás. Ainda que eu conseguisse prever o futuro para antecipar o anúncio da presidente Dilma, não faria nenhum sentido tratar disto com o Temer, que está afastado das articulações políticas do governo federal” (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O deputado federal Daniel Vilela (PMDB) nega que tenha feito qualquer articulação contra o desmembramento dos campi da Universidade Federal de Goiás (UFG) de Catalão e Jataí. O governo estadual anunciou, na quarta-feira passada, depois de reunião com a presidente Dilma Rousseff, que os campi se tornarão unidades autônomas.

“É risível a ação orquestrada pelos aliados do governo do Estado para me atacar. Mentem dizendo que quero impedir o desmembramento dessas duas unidades da UFG, sendo que sou autor de indicações ao governo federal solicitando as medidas. Além do mais, meu pai, Maguito Vilela, atuou quando era senador para encaminhar essas mudanças”, argumenta Daniel.

“Esta bandeira já foi levantada por vários líderes políticos goianos, além de membros da própria instituição de ensino, que contribuíram muito para que a autonomia administrativa da UFG em Catalão e Jataí se concretizasse. Não é conquista de uma só pessoa”.

O deputado protocolou as indicações 122 e 123 em 10 de março deste ano. A criação de universidades federais é de iniciativa da Presidência da República e, por isso, projetos de lei anteriores ou não prosperaram ou foram considerados inconstitucionais.

Aliados da base governista espalharam que Daniel tratou de uma suposta suspensão da medida em reunião com o vice-presidente da República, Michel Temer, em reunião realizada na terça-feira, 3 de novembro. No entanto, a presidente falou sobre a criação das duas unidades somente na tarde do dia seguinte. “Minha reunião com o Temer, como todos sabem, era para tratar da formação da comissão provisória do PMDB em Goiás. Ainda que eu conseguisse prever o futuro para antecipar o anúncio da presidente Dilma, não faria nenhum sentido tratar disto com o Temer, que está afastado das articulações políticas do governo federal”, ironiza Daniel.

A ofensiva para atribuir a paternidade da proposta ao governo do Estado, lembra o peemedebista, começuo no dia 26 de outubro, quando Daniel divulgou em suas redes sociais que o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Jesualdo Farias, lhe informou pessoalmente, no dia 22 de outubro, que a Casa Civil da Presidência da República mostrou interesse na indicação de Daniel propondo a autonomia da UFG em Catalão e Jataí e solicitou ao MEC mais informações sobre a proposta.