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Declaração de JB pauta discussões na Assembleia

Líder da oposição, Venâncio Fonseca (PP) afirmou que houve desrespeito aos servidores públicos da parte do governador; “Uma declaração muito infeliz. Já pensou todas as vezes que os funcionários tentarem fazer alguma reivindicação da sua classe e terem que pedir o cardápio do governo para saber qual o talher adequado para o dia? O funcionalismo público pode ser a mosca na sopa do governador”, disse; líder governista, Francisco Gualberto (PT), por sua vez, ressaltou que "o que Jackson quis dizer foi: 'eu não me estresso, não fico impaciente com as reivindicações dos servidores. Isso não me tira a tranquilidade'. E nós compreendemos perfeitamente isso. Não há conflito algum com os servidores. Jackson sempre fala a verdade. Mostra o que é possível fazer e o que não é possível", rebateu

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Líder da oposição, Venâncio Fonseca (PP) afirmou que houve desrespeito aos servidores públicos da parte do governador; “Uma declaração muito infeliz. Já pensou todas as vezes que os funcionários tentarem fazer alguma reivindicação da sua classe e terem que pedir o cardápio do governo para saber qual o talher adequado para o dia? O funcionalismo público pode ser a mosca na sopa do governador”, disse; líder governista, Francisco Gualberto (PT), por sua vez, ressaltou que "o que Jackson quis dizer foi: 'eu não me estresso, não fico impaciente com as reivindicações dos servidores. Isso não me tira a tranquilidade'. E nós compreendemos perfeitamente isso. Não há conflito algum com os servidores. Jackson sempre fala a verdade. Mostra o que é possível fazer e o que não é possível", rebateu (Foto: Valter Lima)
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Sergipe 247 - Oposição e situação trocaram farpas nesta terça-feira (18) em relação à declaração do governador Jackson Barreto (PMDB), sobre as reivindicações dos servidores públicos do Estado. Na última sexta-feira (14), ao comentar as paralisações de algumas categorias, ele fez referência à música de Wilson Simonal "Não vem, que não tem". "Nem vem de garfo, que hoje é dia de sopa", afirmou. Dois dias depois, JB se disse vítima de uma interpretação de parte da imprensa e ressaltou que deseja continuar dialogando com os trabalhadores para buscar um consenso (leia mais aqui). 

O líder da oposição, o deputado estadual Venâncio Fonseca (PP), afirmou que houve desrespeito aos servidores públicos – num momento em que pleiteiam um aumento. “Uma declaração muito infeliz. Já pensou todas as vezes que os funcionários tentarem fazer alguma reivindicação da sua classe e terem que pedir o cardápio do governo para saber qual o talher adequado para o dia?”, indagou, levando a causa para a esfera eleitoral. “O funcionalismo público pode ser a mosca na sopa do governador”, disse.

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O líder governista, o deputado estadual Francisco Gualberto (PT), por sua vez, defendeu o governador. "O que Jackson quis dizer foi: 'eu não me estresso, não fico impaciente com as reivindicações dos servidores. Isso não me tira a tranquilidade'. E nós compreendemos perfeitamente isso. Não há conflito algum com os servidores. Jackson sempre fala a verdade. Mostra o que é possível fazer e o que não é possível", afirmou.

WALDIR, DO SINTRASE: "NÃO SUPORTO SOPA"

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Pelo Facebook, o presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Geral (Sintrase), Waldir Rodrigues, também rebateu a declaração do governador. "Não suporto sopa! Portanto poupe-me o convite para degustar tal iguaria e principalmente se for para fazer uso do garfo, ai eu vou detestar!", afirmou na tarde desta terça.

PLANO DE CARGOS E CARREIRAS

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Para minimizar a polêmica, o deputado estadual Francisco Gualberto destacou que o governador Jackson Barreto vem negociando pessoalmente com representantes dos servidores do Estado o Plano de Cargos e Salários para variadas categorias no serviço público. 

"Eu estou sonhando, acreditando e efetivamente participando desse trabalho. Meu desejo é votar e aprovar o plano de cargos e salários até o prazo estabelecido pela lei por conta do calendário eleitoral", confessou Gualberto, durante debate com deputado de oposição na sessão desta terça-feira, 18. "Não posso garantir que o plano será a redenção ou a mágica que vai fazer com que todos os servidores fiquem sorridentes. Mas já será um excelente começo", disse o deputado.

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Por conta do ano eleitoral, o prazo para que o plano seja apresentado, discutido, votado, aprovado, sancionado e publicado no Diário Oficial, com validade para 2014, será o dia 8 de abril. Caso tudo isso aconteça após esta data, as regras do plano só terão validade a partir de 2015. "Pelo o que sei, o próprio presidente do sindicato dos servidores públicos, Waldir Rodrigues, nos seus 25 anos de atuação como sindicalista, nunca viu um plano semelhante", disse Francisco Gualberto. "Não sabemos detalhes do plano que vem sendo discutido, mas a iniciativa do governo, por si só, já é algo que devemos prestar atenção com boa vontade", completou.

 

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