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Decreto não pode retirar direitos de servidores, critica Eduardo

Deputado estadual oposicionista Eduardo Siqueira Campos (PTB) criticou o decreto assinado pelo governador Marcelo Miranda (PMDB) que suspende aumentos salariais e proíbe que gestores incluam quaisquer direitos aos servidores que representem acréscimo à folha de pagamento; "Mais uma vez o governador pede, por meio de um decreto, o não reconhecimento daquilo que foi conseguido pelos servidores, agora de forma generalizada, incluindo todas as categorias, de todas as áreas", criticou

Deputado estadual oposicionista Eduardo Siqueira Campos (PTB) criticou o decreto assinado pelo governador Marcelo Miranda (PMDB) que suspende aumentos salariais e proíbe que gestores incluam quaisquer direitos aos servidores que representem acréscimo à folha de pagamento; "Mais uma vez o governador pede, por meio de um decreto, o não reconhecimento daquilo que foi conseguido pelos servidores, agora de forma generalizada, incluindo todas as categorias, de todas as áreas", criticou (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - O deputado estadual oposicionista Eduardo Siqueira Campos (PTB) criticou o decreto assinado pelo governador Marcelo Miranda (PMDB) que suspende aumentos salariais e proíbe que gestores incluam quaisquer direitos aos servidores que representem acréscimo à folha de pagamento. 

"Imagina só um secretário receber uma determinação por decreto de não incluir, de não repassar à Secretaria da Administração aquilo que é de direito, constituído em lei, aos servidores públicos", afirmou Eduardo ao T1 Notícias. "Mais uma vez o governador pede, por meio de um decreto, o não reconhecimento daquilo que foi conseguido pelos servidores, agora de forma generalizada, incluindo todas as categorias, de todas as áreas", comentou Eduardo. 

Eduardo Siqueira Campos criticou ainda o fato dos novos gestores, que tomaram posse na última semana, terem o prazo de 30 dias para apontar quais servidores comissionados serão exonerados, como uma das medidas para enxugamento da folha. "Como pode um gestor que acabou de assumir e sequer morou no Estado antes da posse, saber quem está apto para permanecer nos cargos", pontuou.