Defesa de Aécio diz que cx2 não significa caixa 2

"Asseguramos que uma eventual referência a CX 2 não significa qualquer indício de ilegalidade", afirma nota do advogado Alberto Zacharias Toron, advogado do senador afastado Aécio Neves; nesta sexta-feira, a Polícia Federal vazou alguns documentos apreendidos nos endereços de Aécio; além da planilha de "CX2", foram apreendidos documentos que indicam que Aécio vinha nomeando comissionados em vários cargos federais, uma anotação na agenda sobre a reunião com o empresário Joesley Batista, que pagou propina de R$ 2 milhões ao senador mineiro, e também um papel que indica proximidade com um doleiro especializado em abrir contas de políticos no exterior

"Asseguramos que uma eventual referência a CX 2 não significa qualquer indício de ilegalidade", afirma nota do advogado Alberto Zacharias Toron, advogado do senador afastado Aécio Neves; nesta sexta-feira, a Polícia Federal vazou alguns documentos apreendidos nos endereços de Aécio; além da planilha de "CX2", foram apreendidos documentos que indicam que Aécio vinha nomeando comissionados em vários cargos federais, uma anotação na agenda sobre a reunião com o empresário Joesley Batista, que pagou propina de R$ 2 milhões ao senador mineiro, e também um papel que indica proximidade com um doleiro especializado em abrir contas de políticos no exterior
"Asseguramos que uma eventual referência a CX 2 não significa qualquer indício de ilegalidade", afirma nota do advogado Alberto Zacharias Toron, advogado do senador afastado Aécio Neves; nesta sexta-feira, a Polícia Federal vazou alguns documentos apreendidos nos endereços de Aécio; além da planilha de "CX2", foram apreendidos documentos que indicam que Aécio vinha nomeando comissionados em vários cargos federais, uma anotação na agenda sobre a reunião com o empresário Joesley Batista, que pagou propina de R$ 2 milhões ao senador mineiro, e também um papel que indica proximidade com um doleiro especializado em abrir contas de políticos no exterior (Foto: Leonardo Attuch)

Minas 247 – Após a Polícia Federal informar ter encontrado a inscrição "CX 2" em anotações do material apreendido na busca e apreensão nos endereços do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), a defesa do tucano alegou que inscrição não é indício de ilegalidade.

"Asseguramos que uma eventual referência a CX 2 não significa qualquer indício de ilegalidade", afirma nota do advogado Alberto Zacharias Toron. A inscrição poderia indicar alguma referência a Caixa 2.

Além da planilha de "CX2", foram apreendidos documentos que indicam que Aécio vinha nomeando comissionados em vários cargos federais, uma anotação na agenda sobre a reunião com o empresário Joesley Batista, que pagou propina de R$ 2 milhões ao senador mineiro, e também um papel que indica proximidade com um doleiro especializado em abrir contas de políticos no exterior (leia aqui).

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247