Defesa nega que Duda Pereira esteja fora do País

O advogado Paulo Roberto da Silva, que defende o empresário e ex­presidente do Sindicato de Revendedores de Combustíveis do Estado (Sindposto), Eduardo Augusto Rodrigues Pereira (Duda), também lamentou o que chamou de "condenação espúria, injusta, antecipada e precipitada" ao seu cliente; MPE quer que Duda seja incluído na lista da Interpol; empresário é acusado de ser o mandante do assassinato do também empresário Wenceslau Gomes Leobas de França Antunes, de 77 anos, conhecido como “Wencim”; defesa disse, ainda, que o seu cliente apresentará para esclarecimentos, no momento adequado e quando assegurada a sua integridade física

O advogado Paulo Roberto da Silva, que defende o empresário e ex­presidente do Sindicato de Revendedores de Combustíveis do Estado (Sindposto), Eduardo Augusto Rodrigues Pereira (Duda), também lamentou o que chamou de "condenação espúria, injusta, antecipada e precipitada" ao seu cliente; MPE quer que Duda seja incluído na lista da Interpol; empresário é acusado de ser o mandante do assassinato do também empresário Wenceslau Gomes Leobas de França Antunes, de 77 anos, conhecido como “Wencim”; defesa disse, ainda, que o seu cliente apresentará para esclarecimentos, no momento adequado e quando assegurada a sua integridade física
O advogado Paulo Roberto da Silva, que defende o empresário e ex­presidente do Sindicato de Revendedores de Combustíveis do Estado (Sindposto), Eduardo Augusto Rodrigues Pereira (Duda), também lamentou o que chamou de "condenação espúria, injusta, antecipada e precipitada" ao seu cliente; MPE quer que Duda seja incluído na lista da Interpol; empresário é acusado de ser o mandante do assassinato do também empresário Wenceslau Gomes Leobas de França Antunes, de 77 anos, conhecido como “Wencim”; defesa disse, ainda, que o seu cliente apresentará para esclarecimentos, no momento adequado e quando assegurada a sua integridade física (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O advogado Paulo Roberto da Silva, que defende o empresário e ex­presidente do Sindicato de Revendedores de Combustíveis do Estado (Sindposto), Eduardo Augusto Rodrigues Pereira (Duda), negou, nesta sexta-feira (9), que Duda esteja fora do País e lamentou o que chama de "condenação espúria, injusta, antecipada e precipitada" ao seu cliente. O Ministério Público Estadual (MPE/TO) protocolou nesta quinta-­feira (8), pedido para que a Justiça encaminhe à Polícia Federal o mandado de prisão expedido, há dois meses, contra o empresário Eduardo Pereira. Com a iniciativa, o MPE tem como objetivo incluir o empresário no Instituto Difusão Vermelha, ou seja, no sistema informático da Interpol, como foragido internacional. Duda é acusado de ser o mandante do assassinato do também empresário Wenceslau Gomes Leobas de França Antunes, de 77 anos, conhecido como “Wencim”.

"A defesa do Sr. Eduardo Pereira vem esclarecer que a notícia de que estaria foragido na cidade de Miami, no Estado da Flórida, EUA, é falsa. A defesa e a família manifestam sua indignação com a veiculação da notícia no site do Ministério Público Estadual, de autoria do promotor de justiça Dr. Abel Andrade, que inclusive solicitou a inclusão do nome de Eduardo Pereira na lista de procurados pela Interpol. A ausência do Sr. Eduardo da cidade de Porto Nacional se dá tão somente para preservar sua integridade física, que não pode ser assegurada pelo Sistema de Segurança Pública do Estado", informou a defesa.

De acordo com advogado, o empresário sofre ameaças que estão devidamente registradas em boletim de ocorrência na Delegacia de Polícia de Palmas. A defesa afirmou que a tentativa é de colocar a opinião pública da cidade de Porto Nacional e do Estado do Tocantins contra o seu cliente.

"A atitude de alguns familiares da vítima e do promotor Abel Andrade demonstra a clara intenção de colocar a opinião pública da cidade de Porto Nacional e do Estado do Tocantins contra o Sr Eduardo e, por consequência, constranger os desembargadores integrantes da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Tocantins a manter um decreto de prisão ilegal, no momento em que se aproxima o julgamento de seu habeas corpus", afirma o advogado.

Está havendo uma condenação precipitada, alegou a defesa. "Diga-­se, que tal "condenação" não atinge apenas o Eduardo Pereira, mas, de igual forma, a sua família, em especial sua esposa e sua filha de apenas dois anos e meio de idade, cuja inocência está sendo vilipendiada pela crueldade de pessoas que utilizam dos meios de comunicação para tentar formar uma opinião negativa do empresário Duda Pereira, enquanto a defesa do mesmo fica sem espaço para se defender", disse.

O advogado informou que o seu cliente apresentará para esclarecimentos, no momento adequado e quando assegurada a sua integridade física. "Se apresentará para esclarecer a injustiça a que ele e sua família estão submetidos, bem como provar a toda população desse Estado a sua inocência".

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