Defesa quer anular paternidade do ex-goleiro Bruno
A defesa do goleiro Bruno, condenado a 22 anos de prisão pela morte da sua ex-amante Eliza Samúdio, entrou com uma ação rescisória com o objetivo de anular a paternidade do filho de Eliza; de acordo com os advogados do ex-atleta, preso no Norte de Minas, uma decisão da Vara da Família do Rio em 2012, legitima a paternidade, mas sem o exame de DNA anexado ao processo
Minas 247 – A defesa do goleiro Bruno, condenado a 22 anos de prisão pela morte da sua ex-amante Eliza Samúdio, entrou com uma ação rescisória com o objetivo de anular a paternidade do filho de Eliza. O ex-atleta, mesmo preso, no Norte de Minas, contesta a paternidade da criança, a principal causa do esquema criminoso.
De acordo com decisão da Vara da Família do Rio de Janeiro, em 2012, Bruno é o pai do garoto. Porém, os advogados do ex-goleiro afirmam que foi uma "determinação por presunção", sem o exame de DNA anexado ao processo.
O advogado Francisco Simim disse, conforme o Estado de Minas, que Bruno se ofereceu para ceder o material referente ao exame de DNA. "Ele não nega, nem afirma a paternidade, ele quer o exame porque teve relação com a moça", afirmou o defensor.
