Defesa recorre e pede à Justiça soltura imediata de Nuzman

Advogados de defesa do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, pediram, em caráter liminar, a soltura imediata do cartola alegando que, além de inocente das acusações de fraudes na escolha do Rio de Janeiro com sede das Olimpíadas de 2016, ele foi submetido recentemente a "seríssima cirurgia de dissecção de sua aorta, a impor cautelas especiais"; habeas corpus foi impetrado junto ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região na última sexta-feira (6)

Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, deixa sede da Polícia Federal, no Rio de Janeiro 05/10/2017 REUTERS/Bruno Kelly
Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, deixa sede da Polícia Federal, no Rio de Janeiro 05/10/2017 REUTERS/Bruno Kelly (Foto: Paulo Emílio)

247 - Os advogados de defesa do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, pediram, em caráter liminar, a soltura imediata do cartola alegando que, além de inocente das acusações de fraudes na escolha do Rio de Janeiro com sede das Olimpíadas de 2016, ele foi submetido recentemente a "seríssima cirurgia de dissecção de sua aorta, a impor cautelas especiais".

O habeas corpus – um aditamento a outro pedido de habeas corpus feito no mês passado e que pedia a nulidade do processo de busca e apreensão realizado pela Policia Federal - foi impetrado junto ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região na última sexta-feira (6), um dia após Nuzman ter sido preso pela Polícia Federal sob a suspeita de ter atuado na compra de votos de integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) para que o Rio fosse escolhido como sede da Olimpíada de 2016.

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