Delgado nega propina e aponta 'desmoralização' da CPI

Em nota à imprensa nesta tarde, o deputado federal de Minas Julio Delgado, do PSDB, nega que tenha recebido propina de R$ 150 mil para não incluir o presidente da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, na CPI da Petrobras na Câmara; o tucano diz ainda que a acusação "é uma tentativa de desmoralizar" os trabalhos do colegiado; leia a íntegra da nota do deputado

Em nota à imprensa nesta tarde, o deputado federal de Minas Julio Delgado, do PSDB, nega que tenha recebido propina de R$ 150 mil para não incluir o presidente da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, na CPI da Petrobras na Câmara; o tucano diz ainda que a acusação "é uma tentativa de desmoralizar" os trabalhos do colegiado; leia a íntegra da nota do deputado
Em nota à imprensa nesta tarde, o deputado federal de Minas Julio Delgado, do PSDB, nega que tenha recebido propina de R$ 150 mil para não incluir o presidente da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, na CPI da Petrobras na Câmara; o tucano diz ainda que a acusação "é uma tentativa de desmoralizar" os trabalhos do colegiado; leia a íntegra da nota do deputado (Foto: Romulo Faro)

Minas 247 - Em nota à imprensa nesta tarde, o deputado federal de Minas Julio Delgado, do PSDB, nega que tenha recebido propina de R$ 150 mil para não incluir o presidente da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, na CPI da Petrobras na Câmara. O tucano diz ainda que a acusação "é uma tentativa de desmoralizar" os trabalhos do colegiado.

Abaixo a íntegra da nota do deputado:

A indevida e irresponsável inclusão do meu nome em lista de doações ilícitas e recebimento de propina para campanhas políticas é uma clara tentativa de me usar para desmoralizar os trabalhos da CPI da Petrobras, cuja responsabilidade é esclarecer o esquema de corrupção montado para desviar recursos públicos.

Desde a instalação da CPI atuo de maneira enfática para investigar as denúncias da Operação Lava Jato. Na instalação da comissão apresentei requerimento de convocação do empresário Ricardo Pessoa, presidente da UTC, para detalhar aos parlamentares os métodos e procedimentos utilizados por essa organização.

Repudio veementemente a leviandade de vincular meu nome a doações irregulares e sinto-me ainda mais motivado e convicto de que a comissão precisa ser mais rígida e transparente, deve ir fundo nesta apuração. É nossa obrigação apresentar a verdade à sociedade brasileira.

Reitero que a doação divulgada pela imprensa e creditada a mim foi, na verdade, destinada ao Diretório Estadual de Minas Gerais do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e repassada a 16 candidatos a deputados estaduais e federais (lista anexa). Não recebi um centavo sequer desses recursos, todas as transferências estão declaradas à Justiça Eleitoral e disponíveis a consulta pública.

Essa tentativa de intimidação não vai alterar minha postura parlamentar, muito menos influenciar em minha atuação na CPI da Petrobrás. Vou exigir acesso ao conteúdo dos depoimentos na delação premiada do empresário e insistir em sua convocação, o mais breve possível, para prestar esclarecimentos e fazer uma acareação na CPI.

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