Deputado critica retirada de insalubridade dos servidores da saúde

Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, o deputado Alan Sanches, que também é médico, se manifestou contra o corte da insalubridade de 1.518 servidores da saúde por parte do governo do Estado; "A insalubridade é incentivo ao salário, que já deveria ser bem mais elevado e, sem dúvida, o corte, que deve chegar 40% do salário base, deveria ser discutido democraticamente com a categoria e não de maneira açodada", diz o parlamentar

Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, o deputado Alan Sanches, que também é médico, se manifestou contra o corte da insalubridade de 1.518 servidores da saúde por parte do governo do Estado; "A insalubridade é incentivo ao salário, que já deveria ser bem mais elevado e, sem dúvida, o corte, que deve chegar 40% do salário base, deveria ser discutido democraticamente com a categoria e não de maneira açodada", diz o parlamentar
Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, o deputado Alan Sanches, que também é médico, se manifestou contra o corte da insalubridade de 1.518 servidores da saúde por parte do governo do Estado; "A insalubridade é incentivo ao salário, que já deveria ser bem mais elevado e, sem dúvida, o corte, que deve chegar 40% do salário base, deveria ser discutido democraticamente com a categoria e não de maneira açodada", diz o parlamentar (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Presidente da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado Alan Sanches (PSD), que também é médico, se manifestou contra o corte da insalubridade de 1.518 servidores da saúde por parte do governo do Estado.

O deputado diz que "o governo não pode ignorar que o corte da gratificação resultará em grande perda no orçamento da categoria, que há muito já estavam incorporadas".

"A insalubridade é incentivo ao salário, que já deveria ser bem mais elevado e, sem dúvida, o corte, que deve chegar 40% do salário base, deveria ser discutido democraticamente com a categoria e não de maneira açodada", diz Alan Sanches em nota à imprensa.

Ele afirma ainda que debaterá o assunto não apenas no colegiado que preside, mas também com o secretário de Saúde, Fábio Vilas-Boas, para tentar fazer com que a medida seja revista. "Debatida exaustivamente com os envolvidos como manda um governo republicano".

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