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Deputado diz que Cartão Mais Infância é projeto eleitoral

Para o  deputado Heitor Férrer (PSB), o programa Cartão Mais Infância, lançado ontem pelo Governo do Estado, é de caráter eleitoral e não irá significar melhoria na vida da população enquanto outras áreas do estejam passando por dificuldades, como a saúde pública, saneamento básico e segurança. “Não estou me contrapondo a isso. O que Camilo não pode é achar que com esse valor vai resolver o problema da miséria e da violência do nosso Estado. Ele precisa criar bolsa, mas não adianta se não oferecer a atenção básica à população”, afirmou, em pronunciamento nesta terça (12) na Assembleia Legislativa

Para o  deputado Heitor Férrer (PSB), o programa Cartão Mais Infância, lançado ontem pelo Governo do Estado, é de caráter eleitoral e não irá significar melhoria na vida da população enquanto outras áreas do estejam passando por dificuldades, como a saúde pública, saneamento básico e segurança. “Não estou me contrapondo a isso. O que Camilo não pode é achar que com esse valor vai resolver o problema da miséria e da violência do nosso Estado. Ele precisa criar bolsa, mas não adianta se não oferecer a atenção básica à população”, afirmou, em pronunciamento nesta terça (12) na Assembleia Legislativa (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - O deputado Heitor Ferrer (PSB) acusou o governador de lançar um projeto de caráter eleitoral, com o Cartão Mais Infância, que vai beneficiar quase 60 mil famílias com um auxílio financeiro mensal de R$ 85. Para o parlamentar, o que o "povo quer é moradia, saneamento básico, atendimento médico e segurança". 

Para o parlamentar, o programa não adiantará, enquanto outras áreas do Governo estejam passando por dificuldades, como a saúde pública, saneamento básico e segurança. “Não estou me contrapondo a isso. O que Camilo não pode é achar que com esse valor vai resolver o problema da miséria e da violência do nosso Estado. Ele precisa criar bolsa, mas não adianta se não oferecer a atenção básica à população”, ponderou.

Heitor Férrer lembrou de algumas promessas de campanha do governador Camilo Santana, afirmando que o mesmo teria vendido o que não poderia entregar. Segundo ele, foram prometidos dois hospitais regionais, ampliação do Programa Minha casa, minha vida do Governo Federal e ainda a substituição de casas de taipa por de alvenaria.