Deputado do PSB diz que impeachment “foge à regra”

Apesar de discordar do discurso de PT, PCdoB e PDT de que o impeachment da presidente Dilma Rousseff é golpe, o deputado federal baiano Bebeto Galvão, do PSB, é listado como um dos parlamentares ainda indecisos na votação da comissão especial; para ele, o processo contra a presidente "foge à regra", porque tem natureza mais política do que jurídica por causa do momento que o País atravessa

Apesar de discordar do discurso de PT, PCdoB e PDT de que o impeachment da presidente Dilma Rousseff é golpe, o deputado federal baiano Bebeto Galvão, do PSB, é listado como um dos parlamentares ainda indecisos na votação da comissão especial; para ele, o processo contra a presidente "foge à regra", porque tem natureza mais política do que jurídica por causa do momento que o País atravessa
Apesar de discordar do discurso de PT, PCdoB e PDT de que o impeachment da presidente Dilma Rousseff é golpe, o deputado federal baiano Bebeto Galvão, do PSB, é listado como um dos parlamentares ainda indecisos na votação da comissão especial; para ele, o processo contra a presidente "foge à regra", porque tem natureza mais política do que jurídica por causa do momento que o País atravessa (Foto: Voney Malta)
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Bahia 247 – O deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA) é listado como um dos parlamentares ainda indecisos com relação ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). E durante a as discussões na Comissão Especial do Impeachment, na madrugada de sábado (9), ele afirmou que o processo contra a presidente “foge à regra” porque tem uma natureza mais política do que jurídica por conta do momento que o País enfrenta.

Próximo ao governador Rui Costa (PT), Bebeto disse ainda que o seu partido tem consciência que a presidente cometeu erros e tem baixa popularidade, mas há uma dúvida no processo, se os parlamentares farão um julgamento exclusivamente político ou se levarão em conta as questões jurídicas.

Apesar de não ser clara a posição do deputado baiano, ele deixou transparecer que deverá seguir a decisão da bancada do seu partido, cuja decisão oficial deverá ser tomada nesta segunda-feira (11), apesar de a bancada já ter divulgado nota, na semana passada, declarando apoio ao impeachment.

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