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Deputado é acusado de enriquecimento ilícito

Amigo de Eduardo Cunha, o deputado federal João Henrique Caldas (Solidariedade) começa a enfrentar as primeiras dificuldades após especulações apontarem que irá disputar a prefeitura de Maceió; JHC tem ficado em silêncio às indagações feitas pelo jornalista Chico de Góis, em seu livro Os ben$ que os políticos fazem, em que é citado como um parlamentar que esconde um mistério: como adquiriu e dobrou o patrimônio em seis anos de política?

Amigo de Eduardo Cunha, o deputado federal João Henrique Caldas (Solidariedade) começa a enfrentar as primeiras dificuldades após especulações apontarem que irá disputar a prefeitura de Maceió; JHC tem ficado em silêncio às indagações feitas pelo jornalista Chico de Góis, em seu livro Os ben$ que os políticos fazem, em que é citado como um parlamentar que esconde um mistério: como adquiriu e dobrou o patrimônio em seis anos de política? (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - A proximidade do processo eleitoral já coloca alguns nomes em destaque para a sucessão do prefeito Rui Palmeira (PSDB). Candidato à reeleição, ele deve enfrentar seu ex-aliado até dois meses atrás, os deputados federais João Henrique Caldas (Solidariedade ) e Cícero Almeida (PMDB), ex-prefeito, além de Paulo Memória (PTC), que integra o G8.

Destes, JHC, como gosta de se identificar nas redes sociais, em seu segundo mandato eletivo, já que foi deputado estadual, é o que conseguiu maior notoriedade nacional. Na Comissão de Ética da Câmara, onde chegava cedo para garantir assento na primeira fila, ganhou visibilidade ao levantar várias “questões de ordem”, quase sempre acatadas pela Mesa Diretora.

Amigo de Eduardo Cunha (PMDB), afastado da presidência da Câmara por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) por suposto envolvimento com o esquema investigado pela Operação Lava Jato, JHC votou pelo afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Como parte das explicações públicas sobre o voto, disse que não poderia “dar às costas para o povo nas ruas”, que estava cobrando nos protestos “política séria, transparente e ética”.

Mas, de acordo com o silêncio com que reagiu às indagações feitas pelo jornalista Chico de Góis, em seu livro Os ben$ que os políticos fazem, JHC foi citado como um parlamentar que esconde um mistério: como adquiriu e dobrou o patrimônio em seis anos de política, saindo de R$ 1,5 milhão em 2010, quando se candidatou a deputado estadual, e quatro anos depois declarou pouco mais de R$ 3 milhões (R$ 3.129.526,00) ao Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas?

De acordo com a apuração do repórter, que integra a equipe de jornalistas do jornal O Globo, em Brasília (DF), já em 2010, JHC, ao iniciar sua vida pública, ainda como estudante, já tinha um patrimônio cinco vezes maior que o pai, o ex-deputado João Caldas (condenado no escândalo conhecido como Máfia das Sanguessugas, que o tornou inelegível por dez anos) e sua mãe, a médica Eudócia Caldas, mesmo somados.

Com gazetaweb.com

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