Deputado quer PT nacional mais duro com Pernambuco

O deputado federal João Paulo (PT-PE) defende que a direção nacional da legenda precisa exercer uma postura mais dura com Pernambucano. João Paulo avalia que o PT vai enfrentar a eleição mais dura da sua história para reeleger a presidente Dilma em 2014. Ele disse ainda que o cenário de incertezas interna e com aliados em Pernambuco preocupa. Alerta é avalizado por outros dirigentes.

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 PE247 - O deputado federal João Paulo (PT-PE) defende que a direção nacional da legenda precisa exercer uma postura mais dura com o PSB do governador pernambucano e presidenciável Eduardo Campos.  "Acho que a nacional (direção) tem que ter uma postura mais enérgica em Pernambuco, tendo como exemplo o último processo eleitoral(a eleição municipal de 2012)". A frase do ex-prefeito João Paulo, em meio ao seu discurso pela unidade interna para priorizar a reeleição da presidente Dilma, revela que as feridas do racha com o seu sucessor, João da Costa, ainda não cicatrizaram.

João Paulo avalia que o PT vai enfrentar a eleição mais dura da sua história para reeleger a presidente Dilma em 2014. Por isso preocupa o cenário de incertezas interna e com aliados em Pernambuco.

"O quadro é complexo. Exigirá muito tato (de Bruno) para construir o entendimento. Ao mesmo tempo, somos um dos Estados que mais recursos federais recebeu, mesmo com as críticas (alusão a Eduardo Campos e o PSB) que Dilma tem recebido. Então, o PT precisa viver um novo momento, que priorize a sua interiorização para se fortalecer", aconselhou.

O alerta foi avalizado por Humberto Costa, que recomendou ao PT a renovação dos quadros, "indo buscar e trazendo os jovens para o partido e dando lhes protagonismos nas direções". Ao mesmo tempo, o senador avisou ao campo opositor que o bloco majoritário não irá para o confronto. "Quem assim quiser, que fique falando sozinho".

Humberto afirmou que o PT, no Estado, está aberto a todas as possibilidades, desde alianças a candidatura própria. "Estamos prontos para continuar a aliança (Frente Popular), como para ter um nome que faça a defesa de Dilma".

Anunciando que irá buscar a unidade em torno de seu nome, Bruno Ribeiro descartou a hipótese de uma "intervenção" da nacional em caso de continuidade do racha interno. "Não há hipótese. Quem priorizar o debate pessoal vai ficar para trás. No campo da aliança com o PSB, como vamos nos explicar ao povo se nos separarmos, se fizemos tudo juntos?" questionou.

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