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"Desafio é tornar Aécio conhecido nacionalmente"

Marqueteiro do presidenciável tucano, Paulo Vasconcelos diz que a imagem de Aécio Neves já está construída no eleitorado, como de alguém com o carisma de Lula e a eficiência de FHC; agora, afirma tarefa é ‘exportá-lo’; segundo ele, o Brasil nunca teve período pré-eleitoral com agenda tão complicada: “Não é uma eleição paz e amor”

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Marqueteiro do presidenciável tucano, Paulo Vasconcelos diz que a imagem de Aécio Neves já está construída no eleitorado, como de alguém com o carisma de Lula e a eficiência de FHC; agora, afirma tarefa é ‘exportá-lo’; segundo ele, o Brasil nunca teve período pré-eleitoral com agenda tão complicada: “Não é uma eleição paz e amor” (Foto: Roberta Namour)
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247 – A frente da campanha do presidenciável tucano Aécio Neves, o publicitário Paulo Vasconcelos diz que a imagem do tucano já está construída no eleitorado, como de alguém com o carisma de Lula e a eficiência de FHC. No entanto, ele reconhece que o desafio central é ajudar Aécio a tornar-se conhecido nacionalmente.

Vasconcelos coloca no ar a partir de amanhã, o programa de dez minutos que mostrará com mais detalhes a trajetória de Aécio. Foi ele também o responsável por projetar Fernando Henrique Cardoso como principal cabo eleitoral do tucano.

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“Todos os caciques do PSDB que puderem se somar a esse esforço de credenciar o Aécio serão sempre muito bem vindos, mas diria que no caso do Aécio isso é relativo. Porque todos eles têm o mesmo nível de conhecimento que tem o próprio Aécio”, diz.

Vasconcelos interpreta o tom mais agressivo assumido pelo candidato como uma consequência do cenário político, já que, segundo ele, o Brasil nunca teve num período pré-eleitoral uma agenda tão complicada: “A Petrobras está derretendo, tem problemas na Eletrobras, em Suape, na Transnordestina, nas tarifas de energia represadas, a inflação, os financiamentos do BNDES, o porto de Cuba. Talvez a agenda o esteja empurrando para um discurso mais firme, de alguém que está alertando. Não tem como fugir dessa agenda. Não é uma eleição paz e amor”.

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Leia aqui a entrevista na integra publicada no Valor.

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