Diferente de Aécio, Alckmin rechaça PSDB em protestos

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), negou que o PSDB tenha relação com as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff marcadas para este domingo (15); para ele,  o movimento é espontâneo;  "Vai quem quiser. É da sociedade civil"; a declaração do governador acontece um dia após o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, declarar o apoio do partido aos protestos

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), negou que o PSDB tenha relação com as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff marcadas para este domingo (15); para ele,  o movimento é espontâneo;  "Vai quem quiser. É da sociedade civil"; a declaração do governador acontece um dia após o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, declarar o apoio do partido aos protestos
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), negou que o PSDB tenha relação com as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff marcadas para este domingo (15); para ele,  o movimento é espontâneo;  "Vai quem quiser. É da sociedade civil"; a declaração do governador acontece um dia após o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, declarar o apoio do partido aos protestos (Foto: Paulo Emílio)

247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), negou que o PSDB tenha relação com as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff marcadas para este domingo (15). Segundo Alckmin, as manifestações são "extremamente legítimas, espontâneas e que só fortalecem a democracia". A declaração do governador acontece um dia após o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, declarar o apoio do partido aos protestos.

Para Alckmin, o movimento é livre à participação da população. "Vai quem quiser. É da sociedade civil", disse. Segundo Alckmin, a Polícia Militar de São Paulo irá garantir a segurança das manifestações para evitar a infração de vândalos entre os participantes do ato.

"As manifestações são extremamente legítimas, espontâneas, impressionante isso, absolutamente franco das ruas, da vontade das pessoas, e só fortalece a democracia. O que nós temos que fazer é garantir a segurança de todos e evitar a infiltração de vândalos", afirmou.

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