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Dilma aceita afilhado de Geddel para Caixa

Passada a prova de fogo que foi a convenção do PMDB, a ordem no Planalto é trabalhar para amansar a ala rebelde do partido, que pregou até o último instante rompimento da aliança com o PT; primeira mostra da estratégia se dá com um dos piores críticos ao governo, o secretário nacional do partido, Geddel Vieira Lima; a presidente Dilma Rousseff acatou indicação do baiano para uma das vice-presidências do banco; Roberto Derziê teve seu nome publicado no Diário Oficial da União como titular da área de operações corporativas

Passada a prova de fogo que foi a convenção do PMDB, a ordem no Planalto é trabalhar para amansar a ala rebelde do partido, que pregou até o último instante rompimento da aliança com o PT; primeira mostra da estratégia se dá com um dos piores críticos ao governo, o secretário nacional do partido, Geddel Vieira Lima; a presidente Dilma Rousseff acatou indicação do baiano para uma das vice-presidências do banco; Roberto Derziê teve seu nome publicado no Diário Oficial da União como titular da área de operações corporativas (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Passada a prova de fogo que foi a convenção do PMDB, a ordem no Planalto, agora, é trabalhar para amansar a ala rebelde do partido, que pregou até o último instante rompimento da aliança com a presidente Dilma Rousseff, que terá o peemedebista Michel Temer como seu vice novamente nas eleições deste ano.

Primeira mostra da estratégia se dá com um dos piores críticos ao governo, o secretário nacional do partido, Geddel Vieira Lima. Para se ter ideia da postura radical do ex-ministro, ele é candidato ao Senado pela chapa DEM-PSDB na Bahia e fará campanha para o tucano Aécio Neves.

Contudo, para tentar conter a rebeldia, Dilma acatou indicação de Geddel para uma das vice-presidências da Caixa Econômica Federal. Roberto Derziê teve seu nome publicado na terça-feira (17) no Diário Oficial da União (DOU) como titular da área de operações corporativas, antiga logística, no lugar de Paulo Roberto dos Santos.

Derziê é funcionário de carreira há mais de 20 anos no banco e ocupou o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa quando Geddel pediu exoneração, em dezembro de 2013.

Ele começou a se aproximar do PMDB por meio do ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, quando ele era vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, segundo matéria do jornal O Estado de São Paulo.

Por meio de Moreira Franco, Derziê assumiu a superintendência Nacional de Loterias da Caixa em outubro de 2007 e passou a ter proximidade também com Geddel, que não lhe poupa elogios. "Conheci Derziê nessa época. É um excelente profissional", diz o baiano.