Dilma: não temos dinheiro para fazer tudo que prometemos na Bahia
A presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira que o governo federal não tem dinheiro para fazer todas as obras que foram prometidas na Bahia; ela afirmou que em 2015 "não temos dinheiro para fazer tudo e temos que priorizar", em referência às obras do BRT de Salvador, cobradas pelo prefeito ACM Neto; obra de grande porte e considerada "estratégica" pela presidente, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) deve ter seu primeiro trecho concluído em 2017; "Estamos prevendo que no segundo semestre de 2017 esteja concluído o primeiro trecho, enquanto que o trecho de Caetité a Barreiras tem previsão de conclusão no primeiro semestre de 2018", afirmou Dilma
Bahia 247 - A presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira (7) que o governo federal não tem dinheiro para fazer todas as obras que foram prometidas na Bahia. Em entrevista à rádio Metrópole, ela afirmou que em 2015 "não temos dinheiro para fazer tudo e temos que priorizar", em referência às obras do BRT de Salvador, cobradas pelo prefeito ACM Neto (DEM).
"No que se refere ao BRT, estamos avaliando a engenharia financeira. Não abandonamos o projeto do BRT".
Dilma afirmou ainda que a verba investida no estado em mobilidade "será a maior da história", com previsão de R$ 8,4 bilhões destinados a obras como ampliação da linha 1 e a construção da linha 2 do metrô de Salvador – sob responsabilidade do governo do Estado.
Obra de grande porte e considerada "estratégica" pela presidente Dilma Rousseff para escoamento da produção agrícola nordestina, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) deve ter seu primeiro trecho concluído em 2017.
"Estamos prevendo que no segundo semestre de 2017 esteja concluído o primeiro trecho, enquanto que o trecho de Caetité a Barreiras tem previsão de conclusão no primeiro semestre de 2018", disse a presidente em entrevista à rádio Metrópole por telefone nesta quarta-feira (7).
Segundo Dilma, os prazos de entrega da obra foram adiados por conta de diversos "questionamentos administrativos". Outro empecilho surgiu durante a desapropriação de terra dentro de perímetro urbano.
"O projeto de engenharia foi alterado porque estava muito difícil a desapropriação em Jequié e São José do Coribe", afirmou a presidente. Ela ainda ressaltou que o Porto Sul (sob responsabilidade do governo do Estado) já está habilitado para começar a ser instalado.