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Diminui orçamento da Prefeitura de Salvador

O orçamento da Prefeitura de Salvador pode chegar a R$ 6.226.946 bilhões para 2015, conforme proposta discutida pelos vereadores da capital, o que representa um valor cerca de R$ 120 milhões menor que o orçamento deste ano; do total da receita prevista, cerca de R$ 4,3 bilhões serão provenientes da área fiscal e R$ 1,9 bilhão da seguridade; segundo o prefeito ACM Neto (DEM), o encolhimento orçamentário se justifica pelas perspectivas em relação ao desempenho da economia nacional para o próximo ano 

O orçamento da Prefeitura de Salvador pode chegar a R$ 6.226.946 bilhões para 2015, conforme proposta discutida pelos vereadores da capital, o que representa um valor cerca de R$ 120 milhões menor que o orçamento deste ano; do total da receita prevista, cerca de R$ 4,3 bilhões serão provenientes da área fiscal e R$ 1,9 bilhão da seguridade; segundo o prefeito ACM Neto (DEM), o encolhimento orçamentário se justifica pelas perspectivas em relação ao desempenho da economia nacional para o próximo ano  (Foto: Leonardo Lucena)

Bahia 247 – O orçamento da Prefeitura de Salvador pode chegar a R$ 6.226.946 bilhões para 2015, conforme proposta discutida pelos vereadores da capital, o que representa um valor cerca de R$ 120 milhões menor que o orçamento deste ano. Do total da receita prevista, cerca de R$ 4,3 bilhões serão provenientes da área fiscal e R$ 1,9 bilhão da seguridade.

De acordo o prefeito Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM), o encolhimento na disponibilidade de recursos do município é consequente das perspectivas atuais da economia brasileira, que pode crescer menos no próximo ano. As informações são do jornal A Tarde.

O vice-líder do governo baiano, Leonardo Prates (DEM), afirmou que é preciso adequar a proposta orçamentária a uma estimativa real de arrecadação do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU).

O orçamento prevê R$ 1,264 bilhão para a saúde, R$ 1,123 bilhão para a educação e R$ 1,203 bilhão para urbanismo.

O vereador da oposição Hilton Coelho (PSOL) criticou a redução da receita. Segundo o parlamentar, o maior corte ocorreu no desenvolvimento do ensino fundamental, área educacional em que foram investidos R$ 60 milhões neste ano, e terá R$ 18 milhões em 2015, um declínio de R$ 40 milhões.