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Direção do PCdoB declara apoio a Javier Alfaya

A secretaria estadual do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) divulgou nota manifestando "solidariedade irrestrita" ao secretário nacional de cultura do partido, o ex-vereador e ex-deputado Javier Alfaya, que teria seu nome em lista apreendida pela Polícia Federal como parte de material da Operação Lava Jato; leia íntegra

A secretaria estadual do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) divulgou nota manifestando "solidariedade irrestrita" ao secretário nacional de cultura do partido, o ex-vereador e ex-deputado Javier Alfaya, que teria seu nome em lista apreendida pela Polícia Federal como parte de material da Operação Lava Jato; leia íntegra (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - A secretaria estadual do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) divulgou nota nesta quarta-feira (7) manifestando "solidariedade irrestrita" ao secretário nacional de cultura do partido, o ex-vereador e ex-deputado Javier Alfaya, que teria seu nome em lista apreendida pela Polícia Federal como parte de material da Operação Lava Jato. Abaixo a nota do PCdoB.

Direção do PCdoB manifesta apoio a Javier Alfaya

O Secretariado Estadual e a Comissão Política do Comitê Municipal do PCdoB vêm a público manifestar irrestrita solidariedade ao dirigente nacional, estadual e municipal do partido, Javier Alfaya, vítima de insinuações maliciosas em relação a chamada Operação Lava Jato.

A denúncia divulgada de que o nome do companheiro teria aparecido em anotações descobertas pela Polícia Federal em nada comprova o envolvimento dele em qualquer ato ilegal ou irregular.

Javier Alfaya é militante do PCdoB desde sua juventude e atualmente é vice-presidente do Comitê Municipal de Salvador e Secretário Estadual e Nacional de Cultura do PCdoB. Foi vereador, deputado estadual e chegou a assumir o mandato de deputado federal.

Em toda sua trajetória partidária se guiou na defesa de princípios e valores condizentes com a moralidade no exercício da atividade política e em sintonia com a linha do partido, nunca tendo se envolvido com nenhuma prática que afronte os interesses públicos, ao contrário, sempre combateu nas tribunas e nas ruas toda e qualquer forma de desvio no exercício da atividade parlamentar. Todas as prestações de conta de suas campanhas eleitorais foram aprovadas e não há nenhum registro de irregularidade cometida.

Ao tempo em que reafirmamos nossa plena confiança de que o desenrolar dos acontecimentos vai comprovar a inocência do dirigente partidário em relação ao caso, levantamos a bandeira de uma reforma política democrática que proíba doações de empresas privadas nas campanhas. A verdade prevalecerá.