Dom Odílio é agredido em missa aos gritos de comunista

O cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, foi atacado nesta quinta (24), na Catedral da Sé, por uma mulher que acusou ele e a CNBB de serem comunistas infiltrados na Igreja Católica; aos gritos, ela dizia: "Você e a CNBB são comunistas infiltrados; não podem fazer isso com a minha Igreja". Ela avançou sobre o cardeal e arrancou sua mitra, derrubando-o ao chão e ferindo-o no rosto

O cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, foi atacado nesta quinta (24), na Catedral da Sé, por uma mulher que acusou ele e a CNBB de serem comunistas infiltrados na Igreja Católica; aos gritos, ela dizia: "Você e a CNBB são comunistas infiltrados; não podem fazer isso com a minha Igreja". Ela avançou sobre o cardeal e arrancou sua mitra, derrubando-o ao chão e ferindo-o no rosto
O cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, foi atacado nesta quinta (24), na Catedral da Sé, por uma mulher que acusou ele e a CNBB de serem comunistas infiltrados na Igreja Católica; aos gritos, ela dizia: "Você e a CNBB são comunistas infiltrados; não podem fazer isso com a minha Igreja". Ela avançou sobre o cardeal e arrancou sua mitra, derrubando-o ao chão e ferindo-o no rosto (Foto: Valter Lima)

Portal Vermelho - O cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, foi atacado na manhã desta quinta (24), na Catedral da Sé, por uma mulher que acusou ele e a CNBB de serem comunistas infiltrados na Igreja Católica.

Aos gritos, ela dizia: "Você e a CNBB são comunistas infiltrados; não podem fazer isso com a minha Igreja". Ela avançou sobre o cardeal e arrancou sua mitra, derrubando-o ao chão e ferindo-o no rosto.

Dom Odilo levantou-se com ajuda das pessoas em volta e seguiu caminhando e abençoando as pessoas na catedral lotada. Tudo aconteceu durante a missa dos Santos Óleos, que abre as celebrações do Tríduo Pascal.

A Igreja tratou o assunto com discrição. Dom Odilo não falou do assunto publicamente. Segundo a cúpula da Igreja em São Paulo, a mulher não identificada apresentava evidentes sinais de desequilíbrio, mas os padres ouvidos por Jornalistas Livres estavam preocupados com a agressão no contexto da crise política nacional

O padre Luiz Eduardo Baronto, cura da Sé, afirmou não entender a origem da agressão: "Não sei se ela agiu por orientação de alguma organização ou por conta própria."

Abaixo o vídeo da agressão:

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