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Doria enterra de vez a 'ração para pobres', que o enterrou antes

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, comenta o anúncio do prefeito João Doria (PSDB) de que a Prefeitura de São Paulo encerrou de vez a história da tal "farinata" feita com alimentos inservíveis ao comércio; "O prefeito marqueteiro pode, porém, orgulhar-se de ter produzido um momento que vai ficar para a história do marketing no Brasil: um dos piores, senão o pior, case de propaganda negativa em décadas, o que lhe provocou uma avalanche de críticas e lhe colou na testa, ainda mais, o rótulo de desprezador dos pobres"

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, comenta o anúncio do prefeito João Doria (PSDB) de que a Prefeitura de São Paulo encerrou de vez a história da tal "farinata" feita com alimentos inservíveis ao comércio; "O prefeito marqueteiro pode, porém, orgulhar-se de ter produzido um momento que vai ficar para a história do marketing no Brasil: um dos piores, senão o pior, case de propaganda negativa em décadas, o que lhe provocou uma avalanche de críticas e lhe colou na testa, ainda mais, o rótulo de desprezador dos pobres" (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - O Globo publica o anúncio de João Doria Júnior de que a Prefeitura de São Paulo encerrou de vez a história da tal “farinata” feita com alimentos inservíveis ao comércio.

Com a repercussão negativa da farinata, o prefeito recuou e passou a dizer que ela seria apenas um suplemento no cardápio da merenda das escolas municipais de São Paulo. Após mais uma série de repercussões negativas, que envolveram até protestos de mães e pais de alunos, recuou mais uma vez.

O prefeito marqueteiro pode, porém, orgulhar-se de ter produzido um momento que vai ficar para a história do marketing no Brasil: um dos piores, senão o pior, case de propaganda negativa em décadas, o que lhe provocou uma avalanche de críticas e lhe colou na testa, ainda mais, o rótulo de desprezador dos pobres.

E que acabou de arruinar sua já cambaleante pretensão de ser candidato a presidente.

Que, entretanto, parece que não quer morrer e se agarra à farinata política que é o governo Temer, de quem ainda nutre esperanças mínimas de ser ungido candidato.