Doria nem assumiu e já quer ser governador de SP

O prefeito eleito de São Paulo, João Doria Júnior, que surpreendeu o próprio PSDB ao vencer a disputa municipal em primeiro turno, já cogita deixar a prefeitura em 2018, para concorrer ao governo de São Paulo; "Eu nunca disse que não poderia ser candidato a governador", disse Doria durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira; candidatura de Doria faz parte do projeto de Geraldo Alckmin para tentar a presidência, deixando Bruno Covas na prefeitura e controlando toda a máquina do PSDB paulista

O prefeito eleito de São Paulo, João Doria Júnior, que surpreendeu o próprio PSDB ao vencer a disputa municipal em primeiro turno, já cogita deixar a prefeitura em 2018, para concorrer ao governo de São Paulo; "Eu nunca disse que não poderia ser candidato a governador", disse Doria durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira; candidatura de Doria faz parte do projeto de Geraldo Alckmin para tentar a presidência, deixando Bruno Covas na prefeitura e controlando toda a máquina do PSDB paulista
O prefeito eleito de São Paulo, João Doria Júnior, que surpreendeu o próprio PSDB ao vencer a disputa municipal em primeiro turno, já cogita deixar a prefeitura em 2018, para concorrer ao governo de São Paulo; "Eu nunca disse que não poderia ser candidato a governador", disse Doria durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira; candidatura de Doria faz parte do projeto de Geraldo Alckmin para tentar a presidência, deixando Bruno Covas na prefeitura e controlando toda a máquina do PSDB paulista (Foto: Leonardo Attuch)

SP 247 – O prefeito eleito de São Paulo, João Doria Júnior, nem assumiu o cargo e já cogita repetir a trajetória de José Serra que, eleito em 2004, ficou apenas dois anos no cargo para, em 2006, disputar e vencer o governo estadual.

"Eu nunca disse que não poderia ser candidato a governador", disse Doria durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda (7).

Candidatura de Doria faz parte do projeto de Geraldo Alckmin para tentar a presidência, deixando Bruno Covas na prefeitura e controlando toda a máquina do PSDB paulista.

No programa de ontem, ele defendeu a volta do financiamento empresarial à política – o motivo principal de todos os escândalos recentes de corrupção e que já foi banido por decisão do Supremo Tribunal Federal.

"É impossível o modelo atual. Não vai funcionar para as próximas eleições". disse Doria, que, com patrimônio de R$ 179 milhões, foi um dos principais financiadores da sua própria campanha.

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