Drauzio Varella critica ação atabalhoada de Doria na Cracolândia

O médico Drauzio Varella teceu duras críticas às recentes ações do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), na Cracolândia; "Estou vendo ações atabalhoadas. O que aconteceu ali na cracolândia foram medidas que pareciam não obedecer a nenhum planejamento detalhado, sem organização necessária, feita às pressas"; Drauzio disse ainda que teve seu nome envolvido inadvertidamente duas vezes nas recentes discussões sobre a cracolândia

O médico Drauzio Varella teceu duras críticas às recentes ações do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), na Cracolândia; "Estou vendo ações atabalhoadas. O que aconteceu ali na cracolândia foram medidas que pareciam não obedecer a nenhum planejamento detalhado, sem organização necessária, feita às pressas"; Drauzio disse ainda que teve seu nome envolvido inadvertidamente duas vezes nas recentes discussões sobre a cracolândia
O médico Drauzio Varella teceu duras críticas às recentes ações do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), na Cracolândia; "Estou vendo ações atabalhoadas. O que aconteceu ali na cracolândia foram medidas que pareciam não obedecer a nenhum planejamento detalhado, sem organização necessária, feita às pressas"; Drauzio disse ainda que teve seu nome envolvido inadvertidamente duas vezes nas recentes discussões sobre a cracolândia (Foto: Giuliana Miranda)

SP 247 - O médico oncologista Drauzio Varella, 74, criticou as ações da gestão do prefeito João Doria (PSDB) na Cracolândia e disse que seu nome foi usado inadvertidamente duas vezes pela gestão tucana. 

 "Estou vendo ações atabalhoadas. O que aconteceu ali na cracolândia foram medidas que pareciam não obedecer a nenhum planejamento detalhado, sem organização necessária, feita às pressas", disse.

Nesta terça (30), Drauzio se disse surpreendido com a informação de que integraria um grupo de notáveis para ajudar as gestões tucanas de Geraldo Alckmin e João Doria no combate à dependência, como divulgou o Estado.

Na semana passada, foi citado pela prefeitura em ação judicial, sem consulta, como favorável à internação compulsória –a gestão disse ter anexado reportagens completas, e não frases isoladas.

O médico diz que a taxa de sucesso da medida é pequena e ele se inclui entre os que defendem a internação à força só "como último recurso, quando há risco de morte".

"A sociedade tem uma visão míope desse tipo de problema. Você vai lá e limpa aquela sujeira e tira as pessoas de lá e parece que está resolvido o problema. Se fosse assim, seria a coisa mais fácil do mundo. O que estamos vendo? A cracolândia aumentar a cada ano. Cada intervenção sem planejamento se torna mais difícil. Tem algum sentido ter programa da prefeitura e do Estado? Tem que somar forças. O crack é um problema suprapartidário. Esses dois programas [Redenção, da prefeitura, e Recomeço, do Estado] vão trombar. E mesmo que concordem, para que dois?"

As informações são de reportagem de Claudia Collucci na Folha de S.Paulo.

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