“É agora ou nunca”, diz Aécio a Jucá sobre frear a Lava Jato

O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), líder do golpe que arruinou o Brasil, discutiu com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que também defendeu o golpe contra a presidente Dilma Rousseff como forma de "estancar a sangria", um modo de frear a Lava Jato; "É agora ou nunca", disse Aécio a Jucá; "Passou do limite, porra. Já devia ter sido", respondeu Jucá; ou seja: a cada dia que passa, fica mais claro que o golpe foi uma conspiração de políticos corruptos que tentavam se safar

O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), líder do golpe que arruinou o Brasil, discutiu com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que também defendeu o golpe contra a presidente Dilma Rousseff como forma de "estancar a sangria", um modo de frear a Lava Jato; "É agora ou nunca", disse Aécio a Jucá; "Passou do limite, porra. Já devia ter sido", respondeu Jucá; ou seja: a cada dia que passa, fica mais claro que o golpe foi uma conspiração de políticos corruptos que tentavam se safar
O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), líder do golpe que arruinou o Brasil, discutiu com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que também defendeu o golpe contra a presidente Dilma Rousseff como forma de "estancar a sangria", um modo de frear a Lava Jato; "É agora ou nunca", disse Aécio a Jucá; "Passou do limite, porra. Já devia ter sido", respondeu Jucá; ou seja: a cada dia que passa, fica mais claro que o golpe foi uma conspiração de políticos corruptos que tentavam se safar (Foto: Leonardo Attuch)

Minas 247 – O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), líder do golpe que arruinou o Brasil, discutiu com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que também defendeu o golpe contra a presidente Dilma Rousseff como forma de "estancar a sangria", um modo de frear a Lava Jato.

"É agora ou nunca", disse Aécio a Jucá. "Passou do limite, porra. Já devia ter sido", respondeu Jucá.

Ou seja: a cada dia que passa, fica mais claro que o golpe foi uma conspiração de políticos corruptos que tentavam se safar.

A conversa foi interceptada pela Polícia Federal no dia 13 de abril às 15h48, após a divulgação das delações da Odebrecht:

Veja a transcrição do diálogo feita pela PF abaixo:

Aécio - Alô...
Jucá - Fala, meu presidente!
Aécio - Fala, meu irmão, tudo bem? E aí?
Jucá - Tudo firme, na luta, né?
Aécio - ... (incompreensível)...
Jucá - Com tranquilidade, mas...
Aécio - É um dano, né?
Jucá - É. Você vai estar aqui quando em Brasília?
Aécio - Eu tô programando de voltar... na verdade eu tô em Brasília, no aeroporto, embarcando. E vou... chegar na segunda à noite, tô aqui na terça e segunda à noite e terça-feira o dia inteiro. (Incompreensível)... essa semana é meio morta aqui, num vai?... (incompreensível)...
Jucá - Eu não sei, né? Mas eu acho que a gente... a gente precisava...
Aécio - Conversar.
Jucá - O Jader chega na segunda, eu combinei com ele. Eu acho que a gente precisava na segunda dar uma conversada.
Aécio - Vamos de... vamos ver se na segunda à noite... então... deixa alguma coisa organizada aí.
Jucá - Deixar marcado.
Aécio - Eu tive com o Eunício ontem e falou um pouco da conversa que vocês tiveram aquele dia... (incompreensível)... A última. Eu tô... eu vou fazer o possível para chegar segunda aí mais no início da noite.
Jucá - Tá.
Aécio - Me dá uma ligada pra marcar alguma coisa.
Jucá - Tá, tá.
Aécio - Também eu acho que é agora ou nunca, né?
Jucá - Não, não... deixa eu te falar... ééé... passou do limite, porra. Já devia ter sido.
Aécio - Claro.
Jucá - Agora vamos discutir tudo isso, né? Tá? É importante.
Aécio - Você vê... mas você vê condições?
Jucá - Vejo... vejo...
Aécio - Também vejo. Também acho que... essa forma como está sendo feito isso aí... essa banalização geral da política.
Jucá - Vejo... vejo... é.
Aécio - Então tá bom. Um abraço.
Jucá - Um abraço, OK. Tchau.

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