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“É um golpe atrás do outro”, diz deputado sobre governo Temer

Para o deputado Dr. Santana (PT), a intenção do governo Michel Temer é dividir a responsabilidade pela reforma da Previdência Social com os gestores estaduais e municipais. “Para isso, está realizando uma manobra política, impondo condições em troca do atendimento às demandas dos estados e municípios”, argumentou. O parlamentar criticou a “agressividade contra o brasileiro diariamente”, citando o congelamento do orçamento da saúde e educação e a lei das terceirizações. “É um golpe atrás do outro”, disse

Para o deputado Dr. Santana (PT), a intenção do governo Michel Temer é dividir a responsabilidade pela reforma da Previdência Social com os gestores estaduais e municipais. “Para isso, está realizando uma manobra política, impondo condições em troca do atendimento às demandas dos estados e municípios”, argumentou. O parlamentar criticou a “agressividade contra o brasileiro diariamente”, citando o congelamento do orçamento da saúde e educação e a lei das terceirizações. “É um golpe atrás do outro”, disse (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O deputado Dr. Santana (PT) afirmou, em pronunciamento nesta quarta-feira (29) na Assembleia Legislativa, que a intenção do governo Michel Temer é dividir a responsabilidade pela reforma da Previdência Social com os gestores estaduais e municipais. “Para isso, está realizando uma manobra política, impondo condições em troca do atendimento às demandas dos estados e municípios”, argumentou.

O parlamentar salientou que o Governo Temer “realiza uma agressividade contra o brasileiro diariamente”. Ele citou a proposta de privatização dos Correios como a mais recente. “Aos poucos, vamos tirando o papel do Estado de praticamente todas as instituições”, afirmou.

“É um golpe atrás do outro”, disse. O parlamentar citou, como exemplo, o congelamento do orçamento em saúde e educação por 20 anos, aprovados ano passado, e a lei das terceirizações, prestes a ser sancionada.

Dr. Santana informou que dia 31 deste mês, trabalhadores irão às ruas em todo o Brasil em protesto contra a reforma da Previdência, a lei das terceirizações e “pelo direito à aposentadoria, ao trabalho, e aos direitos garantidos apões muitos anos de luta”.