Eclipse do sol poderá ser visto em Fortaleza, no final da tarde de hoje

Está previsto para esta segunda-feira (21) um eclipse solar total, que ocorre quando as órbitas do sol e da lua se cruzam e o satélite passa entre o sol e a Terra. Quando a lua cobre o sol, bloqueia os raios solares e faz uma sombra na Terra. No Brasil, os moradores das regiões Norte e Nordeste poderão avistar o fenômeno entre 12h46 e 18h04, horário de Brasília. Em Fortaleza, o fenômeno poderá ser visto ao entardecer. O Colégio Militar do Corpo de Bombeiros estará realizando um "observaço" gratuito e aberto ao público, a partir das 16h. A Lua começa a cobrir o disco solar por volta das 16h20, atingindo a máxima ocultação cerca de uma hora depois. Pouco antes das 17h40, o Sol deverá se pôr ainda parcialmente eclipsado

Está previsto para esta segunda-feira (21) um eclipse solar total, que ocorre quando as órbitas do sol e da lua se cruzam e o satélite passa entre o sol e a Terra. Quando a lua cobre o sol, bloqueia os raios solares e faz uma sombra na Terra. No Brasil, os moradores das regiões Norte e Nordeste poderão avistar o fenômeno entre 12h46 e 18h04, horário de Brasília. Em Fortaleza, o fenômeno poderá ser visto ao entardecer. O Colégio Militar do Corpo de Bombeiros estará realizando um "observaço" gratuito e aberto ao público, a partir das 16h. A Lua começa a cobrir o disco solar por volta das 16h20, atingindo a máxima ocultação cerca de uma hora depois. Pouco antes das 17h40, o Sol deverá se pôr ainda parcialmente eclipsado
Está previsto para esta segunda-feira (21) um eclipse solar total, que ocorre quando as órbitas do sol e da lua se cruzam e o satélite passa entre o sol e a Terra. Quando a lua cobre o sol, bloqueia os raios solares e faz uma sombra na Terra. No Brasil, os moradores das regiões Norte e Nordeste poderão avistar o fenômeno entre 12h46 e 18h04, horário de Brasília. Em Fortaleza, o fenômeno poderá ser visto ao entardecer. O Colégio Militar do Corpo de Bombeiros estará realizando um "observaço" gratuito e aberto ao público, a partir das 16h. A Lua começa a cobrir o disco solar por volta das 16h20, atingindo a máxima ocultação cerca de uma hora depois. Pouco antes das 17h40, o Sol deverá se pôr ainda parcialmente eclipsado (Foto: Fatima 247)

Ceará 247 - Está previsto para esta segunda-feira (21) um dos eventos mais fascinantes da natureza, o eclipse solar total, que ocorre quando as órbitas do sol e da lua se cruzam e o satélite passa entre o sol e a Terra. Quando a lua cobre o sol, bloqueia os raios solares e faz uma sombra na Terra. No Brasil, os moradores das regiões Norte e Nordeste poderão avistar o fenômeno entre 12h46 e 18h04, horário de Brasília. No extremo norte do país, a previsão é que a escuridão chegue a 50%. 

Em Fortaleza, o fenômeno poderá ser visto hoje, ao entardecer, por volta das 17h13. Segundo o primeiro-tenente João Romário Fernandes Filho, professor de Astronomia do Colégio Militar do Corpo de Bombeiros(CMCB), poderemos ver 40% do disco solar eclipsado pela Lua. Ele esclarece também que para contemplar o eclipse sem correr o risco de causar danos, que podem ser permanentes, às células fotossensíveis do olho, é imprescindível o uso de filtros solares.

O CMCB, estará realizando um "observaço" gratuito e aberto ao público, fornecendo vidros de solda verdes na tonalidade 14, um tipo de filtro reconhecido internacionalmente como uma das alternativas que oferecem melhor custo-benefício para a observação do Sol", esclarece o professor. Para participar do "observaço" gratuito e aberto ao público promovido pelo Colégio, sob supervisão e orientação especializadas, basta se dirigir à sede da escola a partir das 16h. A Lua começa a cobrir o disco solar por volta das 16h20, atingindo a máxima ocultação cerca de uma hora depois. Pouco antes das 17h40, o Sol deverá se pôr ainda parcialmente eclipsado.

Desta vez, a faixa de totalidade do fenômeno, ou seja, a faixa de terra que ficará na penumbra, cruza os Estados Unidos. Serão 2 minutos e 40 segundo de completa escuridão para quem estiver entre Salem, no Oregon, e a cidade de Charleston, na Carolina do Sul. Observadores que estiverem fora dessa região, a 3 mil quilômetros acima ou abaixo dessa faixa, poderão observar um eclipse solar parcial, em que a lua cobre parte do disco do Sol. 

A Nasa vai transmitir o eclipse solar, seguindo a faixa de escuridão dos Estados Unidos, a partir das 13h, pelo link https://www.nasa.gov/eclipselive.

A astrônoma Josina Nascimento, pesquisadora do Observatório Nacional, responsável pelos cálculos e edição do anuário da instituição que traz as fases da lua e previsão de eventos astronômicos, explicou que apesar do senso comum dizer que são raros, os eclipses são um evento comum. Segundo ela, o fato de a faixa de totalidade dos eclipses ser muito estreita, com cerca de 270 quilômetros, causa essa falsa impressão.

"A cada período entre 18 e 22 meses, temos um eclipse solar, seja ele total, parcial ou anular. Quando é total, que é o mais raro, têm-se essa pequena faixa de totalidade, portanto muitas partes do mundo passam muitas décadas sem ver um eclipse total. Não é um fenômeno raro na Terra, mas sim em cada local onde as pessoas estão", esclareceu.

Durante a conversa com a Agência Brasil, Josina Nascimento contou que a observação mais especial e relevante feita no Brasil, com envolvimento do Observatório Nacional, ocorreu em um eclipse total em 1919, em Sobral, no Ceará, quando a Teoria da Relatividade, do cientista Albert Einstein, foi finalmente comprovada. Josina contou que vieram pesquisadores de vários lugares do mundo para fazer a observação. Depois de algumas tentativas frustradas de provar a teoria em outros locais anteriormente, o eclipse daquele ano no Brasil ofereceu uma boa visibilidade e permitiu que os cálculos de Einstein fossem comprovados.

Ela informou que o próximo eclipse total que terá faixa de observação no Brasil está previsto para 2041. "No dia 2 de julho de 2019, vai ser no sul da América do Sul e a expectativa é que muitas pessoas se desloquem para a faixa de observação. É interessante porque você tem turismo, tem eventos culturais e científicos, é muito legal", disse a pesquisadora.

Com informações da Agência Brasil e da Assessoria de Imprensa do CMCB

 

 

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