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Eduardo garante coerência quanto aos royalties

O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, negou, por meio de nota, que tenha mudado de opinião em relação à partilha dos royalties do petróleo; a polêmica veio após o gestor ter defendido, nesta semana, em Brasília, que a distribuição seja feita de maneira a não fazer com que os estados produtores (Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo) percam parte das suas receitas; “Onde está a mudança de opinião?", questiona o texto

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PE247 – O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, negou, por meio de nota, que tenha mudado de opinião em relação à partilha dos royalties do petróleo. A polêmica veio após o gestor ter defendido, nesta semana, em Brasília (DF) que a distribuição seja feita de maneira a não fazer com que os estados produtores (Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo) percam parte das suas receitas. “Onde está a mudança de opinião? O que autoriza a quem redigiu a matéria a falar em moderação de opinião? Em que momento o governador apresentou proposta radical?”, questiona o texto.

No entanto, segundo informações do Jornal do Commercio, o governador defendeu explicitamente a partilha igualitária dos recursos dos royalties no dia 12 de setembro de 2009. “Temos uma bela tese: democratizar os recursos do pré-sal. Em vez de apenas três Estados, todos se beneficiariam dessa riqueza, que é do país”, disse Campos.

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O socialista defende que não sejam alterados os critérios referentes à distribuição da verba de áreas já licitadas. Além disso, de acordo o gestor, o Governo Federal deveria adiantar aos estados não produtores uma cota concernente aos royalties futuros.

Por meio de nota, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro chamou o governador pernambucano de “irresponsável”, mostrando estranheza com a mudança de opinião de Campos, e disse que as declarações do gestor fazem parte de uma estratégia eleitoral visando às eleições presidenciais 2014. Por sua vez, o socialista negou ter adotado o discurso em favor dos estados produtores para ganhar mais visibilidade em nível nacional visando o pleito presidencial do próximo ano.

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Agora, resta saber como ficará a relação do governador com as lideranças políticas dos estados produtores, até porque, se Campos for realmente marchar rumo ao Palácio do Planalto, necessitará de apoio político de outras forças políticas fora do Nordeste e que neste momento andam ariscas para com ele.

 

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