Edvaldo sobre a Saúde: ‘indicação será técnica’

O prefeito Edvaldo Nogueira, garantiu que manterá os mesmos critérios técnicos ao escolher o novo secretário da Saúde de Aracaju; o chefe do executivo afirmou que a decisão não qualquer interferência política; o agora ex-titular da pasta André Sotero pediu demissão alegando problemas de gestão; em relação à falta de medicamentos nos postos, como alegou o ex-dirigente, o prefeito afirmou que cabe a ele dar explicações; "É o papel do secretário acompanhar isso. Como ele mesmo disse, havia recursos, que foi uma das nossas prioridades, que foi pagar o que estava atrasado aos fornecedores de remédios, para, assim, abastecer a rede. Esta declaração só depõe contra ele"; segundo o prefeito, "a saída do secretário não é uma crise"

O prefeito Edvaldo Nogueira, garantiu que manterá os mesmos critérios técnicos ao escolher o novo secretário da Saúde de Aracaju; o chefe do executivo afirmou que a decisão não qualquer interferência política; o agora ex-titular da pasta André Sotero pediu demissão alegando problemas de gestão; em relação à falta de medicamentos nos postos, como alegou o ex-dirigente, o prefeito afirmou que cabe a ele dar explicações; "É o papel do secretário acompanhar isso. Como ele mesmo disse, havia recursos, que foi uma das nossas prioridades, que foi pagar o que estava atrasado aos fornecedores de remédios, para, assim, abastecer a rede. Esta declaração só depõe contra ele"; segundo o prefeito, "a saída do secretário não é uma crise"
O prefeito Edvaldo Nogueira, garantiu que manterá os mesmos critérios técnicos ao escolher o novo secretário da Saúde de Aracaju; o chefe do executivo afirmou que a decisão não qualquer interferência política; o agora ex-titular da pasta André Sotero pediu demissão alegando problemas de gestão; em relação à falta de medicamentos nos postos, como alegou o ex-dirigente, o prefeito afirmou que cabe a ele dar explicações; "É o papel do secretário acompanhar isso. Como ele mesmo disse, havia recursos, que foi uma das nossas prioridades, que foi pagar o que estava atrasado aos fornecedores de remédios, para, assim, abastecer a rede. Esta declaração só depõe contra ele"; segundo o prefeito, "a saída do secretário não é uma crise" (Foto: Leonardo Lucena)

Sergipe 247 - O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, garantiu, nesta sexta-feira (16), que manterá os mesmos critérios técnicos ao escolher o novo secretário da Saúde da capital. Ele afirmou que a decisão será pessoal, sem qualquer interferência política, levando em conta a capacidade técnica e de gestão do sucessor de André Sotero, que pediu demissão esta semana alegando problemas na pasta. O prefeito ressaltou que deu a ele as condições efetivas para gerir, com autonomia, a pasta.

"André Sotero fez um grande trabalho. Eu estava feliz com o desempenho dele, dada a situação de miséria em que encontramos a secretaria. Nos meses em que ele foi secretário, já houve melhorias significativas. Não fosse o pedido de saída, ele ficaria até o final do meu mandato. Mas a carta que ele apresentou foi em caráter irrevogável, alegando questões pessoais", disse Edvaldo.

O gestor municipal reiterou que, assim como acontece como todos os seus auxiliares, garantiu a autonomia do secretário no desempenho do seu trabalho e liderança. "Eu espero e sei que é importante que o secretário saiba de tudo. Quem manda na secretaria é o secretário. Sempre tive convicção de que André Sotero tinha total autonomia e controle. Ele tinha o meu aval para mandar. Se apareceram fatos que fugiram ao controle dele foi um problema dele. Deveria ter me comunicado", esclareceu.

Edvaldo negou haver irregularidade no Departamento de Administração e Finanças da secretaria. "A diretora do DARF foi nomeada por uma portaria, inclusive com gratificação assinada por André Sotero. Com o aval dele, desde janeiro, ela está trabalhando", pontuou.

Em relação à falta de medicamentos nos postos, como alegou Sotero, o prefeito afirmou que cabe ao ex-secretário dar explicações. "É ele quem deve explicar. Ele descobriu isso ontem? Ele estava no cargo há seis meses. E é o papel do secretário acompanhar isso. Como ele mesmo disse, havia recursos, que foi uma das nossas prioridades, que foi pagar o que estava atrasado aos fornecedores de remédios, para, assim, abastecer a rede. Esta declaração só depõe contra ele", acrescentou.

O prefeito destacou que "agora o mais importante é nomear um novo secretário". "É isto que me preocupa. Não haverá indicação política. Se houvesse este tipo de indicação, André não teria sido secretário. O novo gestor vai ser escolhido por mim. Continuo com os mesmos critérios: tem que ser técnico, tem que ter competência e compromisso, uma vez que a minha principal meta é melhorar a saúde", afirmou.

De acordo com o chefe do executivo, "a saída do secretário não é uma crise". Até a próxima semana anunciarei o novo secretário, mas, até lá, já nomeei Waneska Barboza, que é médica cardiologista e que atua na Assessoria de Planejamento da secretaria, para ser a secretária adjunta. Não tem crise política, nem administrativa. O que houve foi uma coisa natural. Ele não se achou mais em condições de continuar, tem os motivos dele, e, agora, cabe a mim agradecer o trabalho dele e escolher o novo secretário. Vou até caprichar mais: menos político ainda e mais técnico", afirmou.

 

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