Em BH, protesto do dia 15 terá segurança particular

O "Vem pra rua" contratou 50 lutadores para garantir a paz nos atos deste final de semana; "É tipo segurança de supermercado”, disse Carla Girodo, coordenadora do movimento; outros grupos contrataram carros de som e confeccionaram faixas, e para pagar as despesas, estão vendendo camisas com a temática do protesto por R$20,00; "não cobrimos os gastos ainda. Estamos pagando do nosso bolso porque a gente acredita que ainda tem chance de o Brasil ser melhor” afirma uma organizadoras

O "Vem pra rua" contratou 50 lutadores para garantir a paz nos atos deste final de semana; "É tipo segurança de supermercado”, disse Carla Girodo, coordenadora do movimento; outros grupos contrataram carros de som e confeccionaram faixas, e para pagar as despesas, estão vendendo camisas com a temática do protesto por R$20,00; "não cobrimos os gastos ainda. Estamos pagando do nosso bolso porque a gente acredita que ainda tem chance de o Brasil ser melhor” afirma uma organizadoras
O "Vem pra rua" contratou 50 lutadores para garantir a paz nos atos deste final de semana; "É tipo segurança de supermercado”, disse Carla Girodo, coordenadora do movimento; outros grupos contrataram carros de som e confeccionaram faixas, e para pagar as despesas, estão vendendo camisas com a temática do protesto por R$20,00; "não cobrimos os gastos ainda. Estamos pagando do nosso bolso porque a gente acredita que ainda tem chance de o Brasil ser melhor” afirma uma organizadoras (Foto: Luis Mauro Queiroz)

Minas 247 - 50 lutadores de artes marciais foram contratados para garantir a segurança e a "paz" do protesto de domingo (15). Quem explicou a ação foi a coordenadora do movimento Vem Pra Rua, Carla Giroldo: “A ideia é ser um movimento pacífico. Vai ter policiamento militar, mas também lutadores de artes marciais que estarão lá para proteger. É tipo segurança de supermercado”.

Carla também criticou o Movimento Sem Terra, ao mostrar a diferença dos protestos desta sexta (13) com a presença do MST e dos atos do final de semana: "Não somos o MST que faz violência e carboniza as pessoas”. Outro grupo alugou um carro de som e confeccionou cartazes que totalizou um gasto de  R$ 3900,00. Os organizadores estão vendendo camisetas do protesto a R$20 mas ainda não conseguiram totalizar as despesas: “Mas não cobrimos os gastos ainda. Estamos pagando do nosso bolso porque a gente acredita que ainda tem chance de o Brasil ser melhor”, afirma. 

Na região sul da capital mineira, uma loja vendia camisas com a temática por 30 reais, com os dizeres #impeachment #foradilma #aculpanaoéminhaeuvoteinoaecio #forapt.

 

Reportagem: O Tempo

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