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Em PE, Mercadante cobra agilidade aos Estados

Ministro da Cincia e Tecnologia, durante visita ao Estado do ministro Fernando Bezerra Coelho, ressalta que outros entes da federao no acompanham o ritmo pernambucano na elaborao de projetos e na obteno de licenciamentos.

Em PE, Mercadante cobra agilidade aos Estados (Foto: Andréa Rêgo Barros/247)

Raphael Coutinho_PE247 – Durante visita a Pernambuco nesta quinta-feira (5), o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante (PT), voltou a cobrar uma distribuição mais igualitária dos recursos do Ministério da Integração Nacional entre os Estados que possuem obras antienchente em andamento. Contudo, o petista observou que outros Estados e, também, alguns municípios não apresentam projetos ou o fazem de forma muito lenta, dificultando a liberação dos recursos necessários para a implementação de obras com esse caráter.

“Obras como estas são necessárias em todo o Brasil. É que alguns Estados e Municípios precisam acelerar os seus procedimentos de projetos executivos e licenciamentos”, afirmou Aloizio Mercadante. Na última semana, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), foi acusado de direcionar, de forma prioritária, recursos para obras antienchentes em Pernambuco, seu Estado de origem.

O ministro Aloizio Mercadante (PT) lembrou que os recursos encaminhados a Pernambuco se destinam à construção de cinco barragens na Zona da Mata Sul do Estado, recuperação de áreas atingidas por duas enchentes, em 2010 e em 2011, além do pagamento de auxílio-moradia para desabrigados.

“Tivemos três grandes tragédias naquela região, onde foram gastos, somente com auxílio moradia, R$ 71 milhões foram gastos, além de reconstrução de escolas, hospitais e estradas. Essas barragens vão impedir que isso ocorra de novo”, justificou Mercadante.

Ainda durante a conversa com jornalistas, o ministro revelou que os investimentos feitos pelo Ministério da Integração Nacional tiveram todo o apoio da presidente Dilma. “O investimento total das cinco barragens que serão construídas é 25% do que gastamos em 2011 com as inundações. As obras devem evitar mais prejuízos no futuro”, explicou.