Em recado a Doria, Alckmin diz que 'novo é falar a verdade'

Traído pelo seu pupilo, João Doria, que abandonou São Paulo para tentar obter a indicação do PSDB para uma candidatura a presidente, o governador Geraldo Alckmin disse nesta segunda-feira, 4, que o "novo" na política é quem fala a verdade e defende o interesse coletivo; "Primeiro, é falar a verdade. Olhar nos olhos e as pessoas poderem acreditar. Segundo, é defender o interesse coletivo, que é órfão. As corporações tomaram conta do lado estatal e do privado. Os dois lados perdem", disse Alckmin

Traído pelo seu pupilo, João Doria, que abandonou São Paulo para tentar obter a indicação do PSDB para uma candidatura a presidente, o governador Geraldo Alckmin disse nesta segunda-feira, 4, que o "novo" na política é quem fala a verdade e defende o interesse coletivo; "Primeiro, é falar a verdade. Olhar nos olhos e as pessoas poderem acreditar. Segundo, é defender o interesse coletivo, que é órfão. As corporações tomaram conta do lado estatal e do privado. Os dois lados perdem", disse Alckmin
Traído pelo seu pupilo, João Doria, que abandonou São Paulo para tentar obter a indicação do PSDB para uma candidatura a presidente, o governador Geraldo Alckmin disse nesta segunda-feira, 4, que o "novo" na política é quem fala a verdade e defende o interesse coletivo; "Primeiro, é falar a verdade. Olhar nos olhos e as pessoas poderem acreditar. Segundo, é defender o interesse coletivo, que é órfão. As corporações tomaram conta do lado estatal e do privado. Os dois lados perdem", disse Alckmin (Foto: Aquiles Lins)

SP 247 - Traído pelo seu pupilo, João Doria, que abandonou São Paulo para tentar obter a indicação do PSDB para uma candidatura a presidente, o governador Geraldo Alckmin disse nesta segunda-feira, 4, que o "novo" na política é quem fala a verdade e defende o interesse coletivo.

"Primeiro, é falar a verdade. Olhar nos olhos e as pessoas poderem acreditar. Segundo, é defender o interesse coletivo, que é órfão. As corporações tomaram conta do lado estatal e do privado. Os dois lados perdem", disse Alckmin. "Quero, sim, ser candidato, mas não depende de mim, depende do coletivo, do partido", afirmou o tucano.

Apesar da estocada no pupilo, Alckmin pregou "pacificação" nacional. "A política exige civilidade. Isso aqui não é um filme de cowboy. O Brasil precisa pacificar um pouco. É muita crise, muita crise! A grande mensagem é oportunidade: a mãe saber que o filho vai ter emprego".

Ele disse que tem ouvido economistas para preparar a candidatura e citou nomes como Armínio Fraga, Pérsio Arida, José Roberto Mendonça de Barros, Roberto e Eduardo Giannetti, este que atuou com Marina Silva (Rede), além de Mônica de Bolle.

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