Em tempos golpistas, PUC faz ato para lembrar invasão de 1977

No dia 22 de setembro de 1977, após invasão da Faculdade de Medicina da USP, forças militares compostas por 700 homens fardados e mais 200 agentes à paisana invadiram o Campus da PUC – Pontifícia Universidade de São Paulo, onde se realizava uma manifestação Pró- UNE, com objetivo de repensar estratégias para o movimento estudantil; abertura acontece hoje na PUC, com participação de Florestan Fernandes Júnior, às 19h30

No dia 22 de setembro de 1977, após invasão da Faculdade de Medicina da USP, forças militares compostas por 700 homens fardados e mais 200 agentes à paisana invadiram o Campus da PUC – Pontifícia Universidade de São Paulo, onde se realizava uma manifestação Pró- UNE, com objetivo de repensar estratégias para o movimento estudantil; abertura acontece hoje na PUC, com participação de Florestan Fernandes Júnior, às 19h30
No dia 22 de setembro de 1977, após invasão da Faculdade de Medicina da USP, forças militares compostas por 700 homens fardados e mais 200 agentes à paisana invadiram o Campus da PUC – Pontifícia Universidade de São Paulo, onde se realizava uma manifestação Pró- UNE, com objetivo de repensar estratégias para o movimento estudantil; abertura acontece hoje na PUC, com participação de Florestan Fernandes Júnior, às 19h30 (Foto: José Barbacena)
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SP 247 - No dia 22 de setembro de 1977, após invasão da Faculdade de Medicina da USP, forças militares compostas por 700 homens fardados e mais 200 agentes à paisana invadiram o Campus da PUC – Pontifícia Universidade de São Paulo, onde se realizava uma manifestação Pró- UNE, com objetivo de repensar estratégias para o movimento estudantil.

O espaço Universitário foi violentamente violado em todas as suas esferas, materiais, politicas e sociais. Estudantes, professores e funcionários foram encurralados presos, feridos em mais um ato de arbitrariedade e extrema violência, perpetrada pelas forças de repressão lideradas pelo Coronel Erasmo Dias.

Veja post de Florestan Fernandes Júnior:

No próximo dia 22 de setembro faz 40 anos da invasão da PUC pela tropa de choque da Polícia Militar. Na invasão do campus da rua Monte Alegre foram disparadas bombas de gás lacrimogêneo contra 900 jovens que comemoravam o 3º Encontro Nacional de Estudantes. A ação truculenta atingiu também professores e funcionários da PUC. Centenas de estudantes foram espancados e levados presos para o DOPS. Num momento em que somos governados por um presidente golpista, que tem tomando decisões contrárias aos interesses dos brasileiros colocando em risco até a nossa democracia, é importantíssimo relembrarmos a invasão da PUC. Serão três dias de debates. A abertura acontece hoje e eu participo às 19h30 de uma das mesas ao lado dos professores Wolfgang Leo Maar e Alipio Casali.

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