Empresa desiste do Confis; impasse com a Infraero

A Infraero tenta solucionar um impasse entre a estatal e construtora Marquise/Normatel, responsável pela ampliação e reforma do terminal de passageiros do Aeroporto de Confins, na Grande Belo Horizonte; esgundo a construtora, existe um "desequilíbrio contratual", decorrente de atrasos na entrega de projetos executivos e do gasto de R$ 44 milhões com a rescisão de 300 funcionários; a Infraero afirma que a decisão da empresa é pode gerar multa e penalidade; o consórcio pode ser impedido de participar de novas licitações.

A Infraero tenta solucionar um impasse entre a estatal e construtora Marquise/Normatel, responsável pela ampliação e reforma do terminal de passageiros do Aeroporto de Confins, na Grande Belo Horizonte; esgundo a construtora, existe um "desequilíbrio contratual", decorrente de atrasos na entrega de projetos executivos e do gasto de R$ 44 milhões com a rescisão de 300 funcionários; a Infraero afirma que a decisão da empresa é pode gerar multa e penalidade; o consórcio pode ser impedido de participar de novas licitações.
A Infraero tenta solucionar um impasse entre a estatal e construtora Marquise/Normatel, responsável pela ampliação e reforma do terminal de passageiros do Aeroporto de Confins, na Grande Belo Horizonte; esgundo a construtora, existe um "desequilíbrio contratual", decorrente de atrasos na entrega de projetos executivos e do gasto de R$ 44 milhões com a rescisão de 300 funcionários; a Infraero afirma que a decisão da empresa é pode gerar multa e penalidade; o consórcio pode ser impedido de participar de novas licitações. (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 – A Infraero tenta solucionar um impasse entre a estatal e construtora Marquise/Normatel, responsável pela ampliação e reforma do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Conforme o contrato inicial, assinado em agosto de 2011, as obras estão orçadas em R$ 223,9 milhões. A previsão de término era janeiro de 2014. Segundo a construtora, existe um "desequilíbrio contratual", decorrente de atrasos na entrega de projetos executivos e do gasto de R$ 44 milhões com a rescisão de 300 funcionários.

O consórcio informou que os trabalhadores foram dispensados devido à paralisação das obras durante a Copa do Mundo. A construtora alegou, também, que o contrato acabou em 28 de agosto e não tem interesse em continuar com os trabalhos. De acordo com o consórcio, 51% do projeto está concluído. As informações são do Estado de Minas.

A Infraero afirma que a decisão da empresa é pode gerar multa e penalidade. O consórcio pode ser impedido de participar de novas licitações. A estatal disse, ainda, que seus representantes se reunirão em data a ser definida com a Bh Aiport, a nova concessionária responsável pela gestão do terminal. O objetivo do encontro é decidir qual a melhor forma de dar continuidade às obras.

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